Dinheiro asiático socorre bancos norte-americanos

Contabilidade e Auditoria/Internacional/Temas/Edição 53 / 1 de janeiro de 2008
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Os orientais aproveitaram a crise hipotecária para colocar o pé em algumas fortalezas do capitalismo norte-americano. Depois de amargar baixas contábeis totais de US$ 9,4 bilhões no quarto trimestre fiscal — por causa, principalmente, dos efeitos dos créditos imobiliários de alto risco (subprime) —, o banco norte-americano Morgan Stanley anunciou, no dia 19 de dezembro, um aporte de US$ 5 bilhões da China Investment Corp. (CIC), fundo soberano do país asiático, units conversíveis em ações ordinárias emitidas para esse fim.

“Estamos muito felizes em dar as boas-vindas à CIC como investidor de longo prazo do Morgan Stanley”, disse John Mack, executivo- chefe do banco, em seu comunicado. O fundo chinês, que passará a deter 9,9% das ações do banco, será um investidor passivo e não terá direito a posições na diretoria do Morgan Stanley.

Ao abrir suas portas ao significativo aporte da CIC, o Morgan Stanley segue os exemplos de Citigroup e UBS — outros dois gigantes do setor financeiro que se expuseram além da conta a papéis lastreados em empréstimos imobiliários de alto risco. Em novembro, a Citigroup vendeu 4,9% de seu controle à autoridade de investimentos de Abu Dabi, nos Emirados Árabes Unidos, por US$ 7,5 bilhões. No caso do UBS, o comprador de 9% de suas ações foram o governo de Cingapura e um investidor anônimo do Oriente Médio, que desembolsaram US$ 9,7 bilhões.


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