Poucas empresas têm comitê de análise de riscos

Contabilidade e Auditoria/Internacional/Edição 131 / 1 de julho de 2014
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Um levantamento divulgado pela Deloitte no começo de junho mostra que as companhias abertas estão cada vez mais preocupadas em avaliar, identificar e resolver seus fatores de risco. Para chegar a essa conclusão, a consultoria analisou 400 empresas dos seguintes países: Brasil, Estados Unidos, Austrália, China, México, Holanda, Cingapura e Reino Unido.

Das companhias analisadas, 38% têm um órgão ligado ao conselho de administração voltado a analisar riscos. Em 22% delas, há um comitê instalado para exercer especificamente essa atividade. Nos 16% restantes, essa tarefa é atribuída ao comitê de auditoria. O país que registra a maior porcentagem de empresas com comitê exclusivo de controle de risco é Cingapura, com 42%, seguido pela China (30%) e pelo Brasil (26%).

A existência de comitês de risco é mais recorrente no setor de serviços financeiros. No total, 67% das empresas desse ramo têm um órgão exclusivo para avaliar ameaças — no Brasil, esse número é de 38%. A prevalência do segmento deve-se à regulação: Austrália, Brasil, México, Cingapura e Reino Unido possuem regras que obrigam as instituições financeiras a adotar esse tipo de comitê, embora haja exceções para as companhias de pequeno porte.


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Tags:  conselho de administração Estados Unidos Comitê de auditoria México Brasil CAPITAL ABERTO mercado de capitais Reino Unido China Deloitte Austrália Cingapura Holanda comitê de risco controle de risco Encontrou algum erro? Envie um e-mail



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