Companhias contratam advogados para RI

Relações com Investidores/Temas/Edição 60 / 1 de agosto de 2008
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Recentemente, a Inbev anunciou a contratação de Fabio Spina para o cargo de vice-presidente de Relações com Investidores (RI). A ida do ex-diretor de RI da Suzano e advogado de formação à Bélgica para liderar o departamento de RI de uma das maiores empresas do planeta cria um bom gancho para a pergunta: é uma boa idéia convocar profissionais de direito para comandar esse tipo de departamento?

Diego Barreto, coordenador de RI da Lopes e advogado, está convicto de que a combinação faz todo o sentido. “O conhecimento do advogado sobre as leis e a regulamentação ajuda muito em questões como período de silêncio, divulgação de resultados e elaboração de documentos para os reguladores de mercado”, explica. Para ele, criou-se no Brasil um estigma de que o profissional de RI deve vir da área de finanças. “Uma coisa não exclui outra. Há espaço para financistas como também para outras áreas”, atesta.

Na opinião de Marina Yamamoto, coordenadora do MBA Comunicação, Finanças e Relações com Investidores da Fipecafi/ Ibri, outra vantagem de quem cursou direito é a facilidade de se comunicar, essencial ao RI. Mas adverte: “Independentemente da formação, o profissional de RI tem de gostar de fazer contas, porque isso é algo com que vai conviver diariamente”.

Segundo a última pesquisa sobre o perfil desse profissional realizada pelo Instituto Brasileiro de Relações com Investidores (Ibri), em 2006, a área é ocupada, na maioria, por economistas e administradores (34% e 30%, respectivamente). Engenharia e contabilidade vêm em seguida, com 12% e 11%. A categoria “outros” perfaz 13%.

Para Marina, os advogados ainda se incluem em “outros”, mas ela observa um aumento de profissionais da área do direito no curso. “Nos últimos anos, sempre encontro uma média de dois advogados por sala de 25 alunos”, conta.


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