Saída do Facebook de fundadores de Instagram e WhatsApp gera polêmica

Executivo do grupo usa rede social para rebater críticas feitas a Zuckerberg

Companhias abertas/N@ Web / 28 de setembro de 2018
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Ilustração de cédula manchada

Ilustração: Rodrigo Auada

Os fundadores do Instagram, Kevin Systrom e Mike Krieger, decidiram deixar a empresa depois de cinco anos da compra da rede social pelo Facebook. Eles saíram pouco mais de um ano após o idealizador do WhatsApp, Brian Acton, ter abandonado sua cria, igualmente adquirida por Mark Zuckerberg. Em entrevista recente à Forbes, Acton teceu severas críticas ao ex-chefe, dizendo, por exemplo, que ele priorizava monetização em detrimento da criptografia. Krieger e Systrom, por sua vez, fizeram um desligamento mais amistoso. Atribuíram a saída à vontade de “tirar um tempo para explorar a curiosidade e a criatividade novamente”. Nas redes sociais, entretanto, especula-se que eles estavam desgostosos com o aumento da intromissão de Zuckerberg nos planos do Instagram.

David Marcus, executivo do Facebook que coordena os serviços de mensagens, não gostou nada dos rumores e usou a rede social para apresentar o “outro lado da história”. Ele defendeu Zuckerberg, argumentando que o empreendedor dá autonomia para os fundadores das empresas que compra e que ele tomou atitudes para tornar o WhatsApp mais seguro para seus usuários. Acrescentou, ainda, que achava baixaria Acton criticar em público a empresa que o tornou um bilionário — o Facebook pagou 19 bilhões de dólares pelo WhatsApp. Executivos e diretores de outras empresas de tecnologia manifestaram apoio a Marcus nos comentários. “É importante lembrar que fundadores não são obrigados a vender suas empresas. Mas uma vez que o fazem, a empresa não é mais deles”, comentou um executivo do Uber.


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