Temas para o futuro

Negociação por meio de algoritmos e proliferação de ETFs preocupam CVM

Captação de recursos/Bimestral/Edição 97 / 1 de setembro de 2010
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Duas tendências recentes do mercado de capitais internacional têm preocupado a presidente da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Maria Helena Santana: a difusão de operações de alta frequência baseada em algoritmos e a ascensão dos fundos que investem em índices de ações, os exchange-traded funds (ETFs), no volume de transações em bolsa. Embora reconheça que os impactos desses fenômenos no Brasil sejam insignificantes até o momento, dada a sua baixa representatividade na BM&FBovespa, a presidente da CVM teme os riscos que possam trazer no futuro.

Maria Helena compartilha as visões que surgiram na Securities and Exchange Commission (SEC), órgão do governo norte-americano equivalente à CVM, após o episódio conhecido como Flash Crash, em 6 de maio de 2010, quando o índice Dow Jones despencou 9% e se recuperou em minutos. Dentre os principais ingredientes da confusão, a SEC encontrou as operações de alta frequência. “Não estamos na mesma situação que outros mercados fragmentados, mas precisamos nos aparelhar para supervisionar essas operações”, disse Maria Helena em palestra durante o 5º Congresso Internacional de Mercados Financeiros e de Capitais, no último fim de semana de agosto, em Campos do Jordão (SP).

Quanto aos riscos dos ETFs, a presidente da CVM se baseou em pesquisas feitas nos Estados Unidos que revelam que, nos últimos anos, o nível de correlação entre as ações atingiu níveis historicamente elevados. Um dos agravantes para isso, segundo um estudo do J.P. Morgan, seria o crescimento da indústria de fundos de índices. “Essa maior correlação indica que parte dos investidores não está mais diferenciando os fundamentos das companhias, nem suas práticas de governança corporativa”, observou Maria Helena.


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