Shadow capital ganha força com altas taxas cobradas pelo private equity

Em 2015, os fundos de private equity no mercado global captaram mais do que a média arrecadada entre 2009 e 2014, mas viram um rival ganhar espaço: o shadow capital, expressão usada para designar veículos alternativos de investimento que operam às margens da regulação e também buscam comprar …

Captação de recursos/Seletas/Edição 14/Internacional / 22 de janeiro de 2016
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Ilustração: Grau 180.com.

Ilustração: Grau 180.com.

Em 2015, os fundos de private equity no mercado global captaram mais do que a média arrecadada entre 2009 e 2014, mas viram um rival ganhar espaço: o shadow capital, expressão usada para designar veículos alternativos de investimento que operam às margens da regulação e também buscam comprar participações em companhias. O principal motivo para o crescimento dessa modalidade, segundo reportagem recente publicada pelo jornal Financial Times, seriam as altas taxas cobradas pelas gestoras.

O valor captado por meio de shadow capital em 2015 subiu cerca de 155%, de uma média anual de US$ 63 bilhões, entre 2009 e 2014, para US$ 161 bilhões. Já a captação dos fundos de private equity somou US$ 468 bilhões no ano passado, montante 57% superior à média obtida nos cinco anos anteriores (US$ 298 bilhões). Os dados foram publicados em novembro de 2015 pela Triago, firma especializada em assessoria para fundos de private equity.

Outra opção usada pelos investidores para fugir das taxas cobradas pelos fundos de private equity é formar grupos para comprar participações diretamente nas companhias. Ao fazer isso, eles não só escapam de pagar as taxas de performance das gestoras, como também ganham mais controle sobre o processo de investimento.

Sensível às reclamações dos investidores, a Securities and Exchange Commission (SEC) notificou a indústria de private equity em maio de 2014. O regulador do mercado americano avisou que vai intensificar o escrutínio das gestoras, após ter recebido queixas de investidores sobre falta de transparência e abusos na cobrança de serviços.


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