Sem veneno

A HRT não tem mais poison pill

Captação de recursos/Seletas/Edição 131 / 1 de julho de 2014
Por 


A HRT não tem mais poison pill. No dia 24 de junho, os acionistas da petroleira decidiram, por maioria, excluir o artigo 44 do estatuto social. O dispositivo previa que qualquer acionista que acumulasse fatia igual ou superior a 20% das ações fosse obrigado a realizar uma OPA para os demais sócios. A retirada da pílula favorece diretamente a JG Petrochen Participações, do empresário Nelson Tanure. Dona de 19,24% do capital, a empresa teria de arcar com a OPA caso comprasse mais ações. O minoritário Renzo Bernardi recorreu à CVM para tentar impedir a JG de votar na assembleia. Na visão do investidor, ela é a maior beneficiária da exclusão da pílula de veneno. A autarquia não cravou um parecer, mas deu o alerta: a própria JG deveria avaliar se era o caso de renunciar ao voto por conflito de interesses.


Quer continuar lendo?

Faça um cadastro rápido e tenha acesso gratuito a três reportagens mensalmente.
Você está lendo {{count_online}} de {{limit_online}} matérias gratuitas por mês

Você atingiu o seu limite de {{limit_online}} matérias por mês. X

Ja é assinante? Entre aqui >

ou

Aproveite e tenha acesso ilimitado ao melhor conteúdo sobre mercado de capitais!

Acessar loja >




Participe da Capital Aberto:  Assine Anuncie


Tags:  CAPITAL ABERTO mercado de capitais poison pill assembleia HRT Encontrou algum erro? Envie um e-mail



Matéria anterior
Novas regras para fundos e investidores qualificados
Próxima matéria
Adeus ao Novo Mercado



Comentários

Escreva o seu comentário sobre este texto!

O seu endereço de e-mail não será publicado.



Recomendado para você





Leia também
Novas regras para fundos e investidores qualificados
Entre as diversas reformas normativas propostas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) com o objetivo de modernizar...