Noite de troféus

Pelo sexto ano, CAPITAL ABERTO homenageia As Melhores Companhias para os Acionistas

Captação de recursos / Bimestral / Premiação / Edição 99 / 1 de novembro de 2011
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Um Brasil na direção certa. Na opinião de Luiz Fernando Figueiredo, sócio–fundador da Mauá Sekular Investimentos, é esse o retrato tirado pelo prêmio As Melhores Companhias para os Acionistas 2011, que, na noite de 4 de outubro, no Museu da Casa Brasileira, em São Paulo, novamente reconheceu as empresas de capital aberto brasileiras mais bem–sucedidas na conjugação de cinco fatores: liquidez, criação de valor, desempenho das ações em bolsa, governança corporativa, e sustentabilidade.

Ao revelar o nome do primeiro lugar na categoria de valor de mercado de até R$ 5 bilhões, Figueiredo não escondeu a satisfação em agraciar uma das representantes da nova geração de companhias que cresceram e ganharam corpo na Bolsa na última década: a operadora de planos odontológicos OdontoPrev.

Ao longo de seis edições, o prêmio concedido pela CAPITAL ABERTO vem se consolidando como termômetro do desenvolvimento das companhias abertas brasileiras e de seu papel como fontes rentáveis de investimento para os acionistas. Prova de que a seleção das melhores não ocorre por acaso é o fato de algumas empresas terem se destacado em mais de uma ocasião. A OdontoPrev já havia vencido em 2009; e a Natura, na categoria das companhias de grande capitalização, foi coroada tricampeã na última cerimônia de premiação.

A escolha das nove empresas premiadas nas três categorias (pequenas, médias e grandes empresas) ocorreu a partir de uma amostra das emissoras das cem ações mais líquidas da BM&FBovespa. Companhias que integravam o índice de sustentabilidade empresarial da BM&FBovespa (ISE) receberam pontuação extra. A Stern Stewart do Brasil foi a responsável pelos cálculos da criação de valor, medida pelo valor econômico adicionado (EVA, na sigla em inglês), e do retorno total para o acionista. A coordenação geral da avaliação, incluindo a dos questionários de governança corporativa, ficou a cargo do professor doutor Alexandre Di Miceli da Silveira, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA–USP).

Durante a cerimônia de premiação, perguntamos a alguns convidados o que torna uma companhia a melhor— ou a pior — para os seus acionistas. Abaixo, você confere uma seleção das respostas:

“A coisa mais importante para as companhias abertas é que todos os acionistas sejam tratados da mesma forma.”
Gilberto Mifano, presidente do conselho de administração do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC)

“Uma companhia bem avaliada pelo mercado é aquela em que os acionistas minoritários e os controladores são tratados de forma igual, com transparência e respeito.”
Edison Garcia, presidente da Associação dos Investidores no Mercado de Capitais (Amec)

“Ainda temos uma cultura de formalismo da governança. Ela tem de evoluir para um processo que efetivamente contribua para a agregação de valor.”
Fernando Alves, presidente da PwC do Brasil

“O que faz uma companhia ser boa para o acionista é, certamente, a consistência do retorno de sua ação ao longo do tempo e o atendimento que presta ao acionista para que ele possa avaliá–la corretamente.”
Denise Pavarina, diretora superintendente da Bradesco Asset Management (Bram)

“As piores empresas são aquelas muito fechadas, pouco transparentes, com pouca explicação, pouco respeito pelos acionistas minoritários, pouca divulgação de suas realidades econômicas e operacionais.”
Mário Fleck, presidente da Rio Bravo Investimentos

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Tags:  Governança Corporativa As Melhores Companhias para os Acionistas Museu da Casa Brasileira liquidez criação de valor ações sustentabilidade Encontrou algum erro? Envie um e-mail



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