ETFs de emergentes abrigam ações de outros mercados

Captação de recursos/Internacional/Edição 112 / 1 de dezembro de 2012
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A empresa ETF DB, fornecedora de dados sobre o mercado de Exchange Traded Funds (ETF), alertou, em seu site, para o fato de fundos de índice ligados a países emergentes conterem papéis de empresas sediadas em nações que não levam essa alcunha. Como exemplo, o texto cita o fundo Global X Argentina, negociado na Nyse. Apesar de o produto ser dedicado a empresas do país latino-americano, 25% das suas ações são de companhias canadenses, chilenas e norte-americanas com investimentos na Argentina.

A justificativa nesse caso, de acordo com o ETF DB, é histórica. Quando a Argentina abriu sua economia, muitas empresas começaram a investir lá, mas optaram por manter suas sedes em outros territórios e se listarem em bolsas fora da Argentina, mesmo tendo grande parte da operação no país. É o caso, por exemplo, da Tenaris S.A., fabricante de tubos para indústria de petróleo e gás, com grande presença na Argentina. A companhia, com sede em Luxemburgo, é listada na Borsa Italiana. “Essa combinação não diminui a correlação com a Argentina, pois essas ações reagem à economia local, mas há uma complicada mistura de países”, opina Carolyn Pairitz, analista financeira do ETF DB.

Outros fundos de índice de países emergentes apresentam composição complexa. O Vietnam ETF, também negociado na Nyse, possui ações de países tão diversos como Tailândia, Canadá, Malásia e Índia. Apesar de a mistura ser plausível, é importante que o investidor esteja ciente disso, pois está comprando um produto sujeito, de certa forma, a várias regulações diferentes.


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