Brain se reestrutura e muda diretoria

Captação de recursos/Adiante/Edição 122 / 1 de outubro de 2013
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A Brasil Investimentos & Negócios (Brain), organização formada por entidades como a BM&FBovespa e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), está vivendo sua primeira reestruturação, que começou com uma mudança de diretoria. O engenheiro Paulo Oliveira, ex-diretor-executivo da BM&FBovespa, saiu da organização e foi substituído por Pedro Bastos, CEO da gestora HSBC Global Asset Management. Criada com pompa e circunstância há três anos, a Brain tem a missão de fomentar a transformação do Brasil em um polo internacional de investimentos e negócios.

Indicado para o cargo pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), Bastos manterá suas funções no HSBC e se responsabilizará pela representação institucional da Brain — diferentemente de Oliveira, que se dedicava integralmente à organização. Fábio Barbosa, ex-presidente da Febraban e hoje CEO da Abril S.A., deixou o posto de presidente do conselho da Brain e foi substituído por Abram Szajman, presidente da Federação do Comércio de São Paulo. A Brain passará a fazer parte do guarda-chuva da Anbima, que inclui outras entidades, como o Instituto Brasileiro de Certificação de Profissionais Financeiros (IBCPF). A ideia é que a organização possa dispor da estrutura administrativa da Anbima, evitando o envolvimento da equipe com aspectos operacionais, o que deve se traduzir em melhor aproveitamento do caixa. O quadro de funcionários da Brain, com sete pessoas, deverá ser reduzido.

As mudanças acontecem no fim do primeiro ciclo de existência da instituição. À época da sua criação, 13 entidades e empresas aderiram como associados “classe A”, comprometendo-se a desembolsar R$ 1 milhão por ano durante o primeiro triênio. Encerrado o prazo, nenhum dos apoiadores desistiu de participar do projeto.

Desde a sua fundação, a Brain enfrentou mais períodos turbulentos do que de calmaria na economia e no mercado de capitais, tanto no Brasil quanto no exterior. O otimismo em relação ao País amainou. Mas os propósitos da entidade, segundo pessoas próximas à diretoria, se mantêm.


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