Anbima busca recursos públicos para garantir liquidez do NMRF

Captação de recursos/Bimestral/Gestão de Recursos/Legislação e Regulamentação/Edição 100 / 1 de dezembro de 2011
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A Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) está em busca de recursos públicos para apoio ao Novo Mercado de Renda Fixa (NMRF) — selo criado pela entidade com o propósito de estimular as emissões de dívida privada de longo prazo. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) já garantiu patrocínio de R$ 300 milhões aos Fundos de Apoio à Liquidez (FAL), um dos instrumentos previstos pela Anbima para fomentar as negociações no mercado secundário.

“O BNDES é um ator fundamental, porque é o principal financiador de longo prazo das empresas”, avalia Marcelo Giufrida, presidente da Anbima.

A associação também está em negociações para que o banco de desenvolvimento passe a adotar os critérios de elegibilidade do NMRF em seus investimentos com carteira própria. Além disso, a entidade pede que o BNDES considere a possibilidade de adquirir volumes maiores quando se tratar de emissões que levam o selo; e de, em seus empréstimos, dar preferência às empresas que captam no Novo Mercado.

Outro fomentador de liquidez procurado pela Anbima é o Banco Central (BC). À autoridade monetária caberia a tarefa de prover recursos de última instância, ou seja, garantir recursos caso as instituições financeiras precisem de caixa para adquirir títulos de renda fixa emitidos no âmbito do Novo Mercado, criado em outubro. Até o fechamento desta edição, a Anbima revelou ter sido consultada por três bancos interessados em intermediar emissões com o selo. Nenhum deles concretizou o projeto. Apesar disso, um empurrão dado pelo governo pode estimular o mercado. A partir deste mês, estrangeiros que comprarem ações títulos privados de duration superior a quatro ficarão isentos de IOF.


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Tags:  Novo Mercado Anbima BNDES NMRF FAL Encontrou algum erro? Envie um e-mail



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