Leilão de slots da Avianca é suspenso pela Justiça

Os principais acontecimentos para o mercado de capitais na semana de 6 a 10 de maio

Semana / 10 de maio de 2019
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Ilustração: Julia Padula

Leilão das sete unidades produtivas isoladas (UPIs) com slots (direitos de pouso e decolagem em certos aeroportos) da Avianca é suspenso após liminar obtida pela empresa de logística Swissport Brasil na Justiça, na segunda-feira, dia 6 de maio. Advogados da Avianca recorreram na Justiça, mas a iniciativa foi insuficiente para que a negociação acontecesse. O plano de plano de recuperação judicial da empresa de aviação — elaborado pelo fundo americano Elliott Management, com apoio de Gol e Latam, que já acertaram compra de ativos da empresa — é contestado por causa da venda de slots como ativos da empresa. A Swissport Brasil alega que esse tipo de alienação é ilegal.

Com o enfraquecimento da Avianca, a Azul pretende reforçar sua expansão, conforme destacou John Rodgerson, diretor-presidente, em teleconferência com analistas na quinta-feira, 9 de maio. Segundo ele, a Azul poderá ajustar a capacidade de voos a depender do leilão da Avianca.

 

06.05

– Bradesco anuncia a compra do banco americano BAC Florida por aproximadamente 500 milhões de dólares, com o objetivo de ofertar investimentos nos Estados Unidos a seus clientes de alta renda.

 

07.05

– Nubank anuncia sua chegada ao México, com a nova filial Nu. É o primeiro destino fora do Brasil da empresa.

– Wesley Batista, dono da JBS, é novamente denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF) por insider trading. Ele é acusado pela compra de dólares feita pela Eldorado Brasil e pela Seara nos dias anteriores à divulgação da delação premiada dele e do seu irmão Joesley Batista. As penas em uma eventual condenação variam de reclusão de um a cinco anos e multa de 69 milhões de reais.

– Hapvida firma a compra do Grupo São Francisco, que também opera planos de saúde, por 5 bilhões de reais. A empresa pagará 4,75 bilhões de reais em dinheiro e o restante em ações, cotadas a 30 reais cada.

 

08.05

– Após decreto do presidente Jair Bolsonaro flexibilizar porte e uso de armas, ações preferenciais da Taurus avançam 23,51% no dia, movimentando cerca de 56 milhões de reais.

 

09.05

– Petrobras registra na Securities and Exchange Commission (SEC) a oferta para venda de ações da companhia detidas pela Caixa possui. A fatia a ser vendida representa 3,24% das ações ordinárias da Petrobras e os papéis devem ser alienados por 7,27 dólares cada. Nessas condições, a emissão pode movimentar cerca de 1,75 bilhão de dólares.

– MPF ajuíza ação civil pública para que a peça publicitária do Banco do Brasil vetada pelo presidente Jair Bolsonaro seja divulgada conforme previsto originalmente, além de multa por dano moral coletivo. O MPF apontou que o veto iria contra a Lei da Estatal, que veda o tolhimento à autonomia das empresas de capital misto. Em conferência com analistas, Rubem Novaes, presidente do banco, afirmou que ele próprio não gostou do comercial vetado.

– Em teleconferência com analistas, diretor-executivo de finanças da Vale, Luciano Siani Pires, afirmou que a empresa estima que a desativação de barragens a montante acontecerá dentro de três anos. Restam nove barragens como a que rompeu em Brumadinho (MG). A empresa deve gastar entre 150 e 200 milhões de dólares para concluir o trabalho. Três anos também é o tempo estimado para a produção anual de minério de ferro da companhia retornar ao patamar de 400 milhões de tonelada, volume anterior ao do desastre.

– Uber capta 8,1 bilhões de dólares com IPO na Nyse. Já no dia da estreia, suas ações caíram 7,62%.

– Totvs anuncia oferta pública primária de 20 milhões de ações, com possibilidade de ampliar a emissão em 7 milhões de papéis adicionais. O objetivo é levantar 1,08 bilhão de reais.


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