Investidores estão céticos quanto ao rigor da SOX

Sem categoria / Internacional / Edição 27 / 1 de novembro de 2005
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ed27_p060-061_pag_2_img_001Uma pesquisa online realizada em outubro pelo Wall Street Journal em conjunto com a Harrys Interactive ouviu 1.248 investidores a respeito das práticas financeiras de companhias abertas nos EUA. Destes, apenas 6% acreditam que as regras de governança corporativa são demasiado severas. A opinião predominante (expressa por 55% dos participantes) é de que elas ainda são brandas – um percentual que salta para 77% quando analisadas as respostas de investidores homens entre 45 e 54 anos.

O ceticismo se estende à supervisão realizada pelos conselhos – 14% vêem o trabalho como absolutamente ineficiente – e à percepção do impacto que a Sarbanes-Oxley teve na comunicação entre as companhias e o mercado. Apenas 25% afirmam que a transparência aumentou e há quem aponte o efeito inverso: no entendimento de 11% dos participantes, a comunicação hoje é bem menos transparente do que antes.

Com relação a quem deve responder pela governança corporativa, o conselho sai na frente, apontado por 45% dos entrevistados. Os CEOs vêm em segundo lugar, com 22% das respostas, seguidos pela diretoria (19%) e empregados (14%). Quando se trata de punir as más práticas e desvios de conduta, as opiniões se dirigem, ainda que um tanto divididas, àqueles que são pessoalmente encarregados das decisões: 48% indicam os executivos como alvo e 42%, o conselho.


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