A comunicação empresarial na era das mídias sociais

10/09/2013

Sem categoria / 28 de agosto de 2013
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Geraldo Soares*/ Ilustração: Julia Padula

Primeiramente, gostaria de agradecer o convite para participar do blog da Capital Aberto. Além de ser uma honra, acredito que este espaço compartilhará ideias no mais alto padrão, devido à qualificação dos profissionais que leem e interagem com a revista.
Gostaria de abordar em meu primeiro post um assunto atual e interessante: a utilização das mídias sociais na comunicação das empresas com os stakeholders, principalmente com os investidores — assunto extremamente atual. Estamos, todos nós, tateando o que exatamente pode ser feito de forma eficaz e eficiente. Neste blog, que é uma mídia social, gostaria de propor uma discussão sobre a importância desses instrumentos democráticos na comunicação empresarial.
Sites como YouTube, Google +, Facebook, Twitter, Slideshare, LinkedIn, etc. devem ser utilizados na comunicação empresarial? Se sim, como? Há ganhos para os investidores? E uma pergunta muito importante: há riscos para a empresa em não participar dos novos canais de comunicação?
As empresas do mundo todo estão descobrindo esse novo universo, que pode revolucionar a forma de comunicação com os investidores, principalmente com aqueles que não são profissionais de investimentos. A quantidade de acessos nas mídias sociais é enorme; possibilita, inclusive, a geração de conteúdo direcionado para educação financeira. Também é fundamental que cada empresa monitore o que é dito sobre ela, pois o livre exercício da opinião nas redes sociais gera conteúdo de alto impacto para a sua reputação. Além disso, a companhia deve refletir e agir rapidamente. O meio virtual tem pressa e é ansioso! Quem posta um comentário fica aguardando resposta do seu interlocutor. Você aceita uma demora superior a 1 minuto se tiver mais de 50 anos. Senão, aguarda uma resposta em 10 segundos. Não é verdade?
A comunicação empresarial está num processo de profunda mudança, em que as redes sociais assumem papel relevante. A escolha das mídias a usar, a decisão de como interagir com cada uma, a monitoria do conteúdo postado e a resposta rápida são preocupações de todos os gestores de comunicação das empresas. Qual é a sua opinião? Quais canais você, leitor, acha mais apropriados para uma empresa?


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6 comentários
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Sep 25, 2013

As redes sociais têm uma grande habilidade para disseminar rapidamente informações sobre as empresas aos investidores e demais interessados.

É importante que elas passem a utilizar esses meios de comunicação com uma maior frequência. Porém o que temos visto aqui no Brasil é pouca utilização dessas ferramentas (que tem potencial para reduzir a assimetria informacional).

Algumas pesquisas já estão sendo realizadas nesse sentido (por exemplo: DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES POR MEIO DA INTERNET: SERÃO AS REDES SOCIAIS CAPAZES DE REDUZIR A ASSIMETRIA INFORMACIONAL ENTRE EMPRESAS E INVESTIDORES?). Espero, em breve, ver uma maior utilização delas para informar (com qualidade) os seus investidores e demais interessados.

Parabéns pelas duas postagens no blog sobre esse importante tema, que está tão atrasado no Brasil.

    Avatar

    Oct 03, 2013

    Prezado Luiz Felipe, boa tarde. Muito obrigado pelas suas palavras. Concordo com suas considerações. As empresas que possuem efetivamente uma postura de cia aberta, sendo transparente e prestando contas, já divulgam informações concomitantemente nas redes sociais. São poucas, é verdade, mas se inicia um caminho. Em minha opinião, é inexorável que as cias abertas utilizem com maior constância as redes sociais. Isso não significa que haverá redução da assimetria. Pode até ocorrer o contrário, pois, pela sua própria natureza, as mensagens nas redes sociais são mais “condensadas”. Abraço e, novamente, obrigado.

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Sep 09, 2013

Acho que posso, de forma micro, traçar um paralelo bastante curioso sobre o fato de, tanto ao início quanto ao fim do post, termos ao total oito links para redes sociais (curtir, tweetar, g+1,etc) e eu, que não uso nenhuma dessas redes, ser o primeiro a comentar (agregar valor).

Nisso, surge a pergunta: afinal, o que dizem as 6 curtidas, e principalmente, o que diria a uma empresa em uma relação com stakeholders em que o feedback seja um tanto genérico (literalmente “+1”), mesmo sabendo das diferentes e variadas pessoas e expectativas envolvidas? Parece um pouco pobre, não? Daí, “invisto” meu tempo e atenção — assim como os outros —, mas contribuo a realmente atender à sua expectativa e tentar enriquecer um debate.

Portanto, neste primeiro momento, tendo a dividir os púbicos mesmo, como foi feito no texto: para uma parcela não profissional, que deseja agregar à sua vida corriqueira (como pode ser uma metáfora a página principal do Facebook) um investimento mais “aventureiro”, deve bastar a superficialidade; já quem toma o investimento por estilo de vida dispõe de mais foco e sabe o que e onde procurar — neste caso, talvez a última coisa que queira ver em seu momento de pausa seja um “alerta vermelho” na tela.

Sabendo da forma tímida como o investidor brasileiro atua, sobretudo o não profissional, me arrisco a usar o famoso “80/20” de Pareto e dizer que ficar fora das redes deve comprometer estes 20% (mesmo englobando um público maior, mas que exija um nível de serviço menos profundo) e terá seus 80% de seguidores entrando nesta nova empreitada ou não.

Sorte ao blog, um abraço
Henrique.
(aluno de administração, 3º período)

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    Sep 24, 2013

    Henrique, agradeço seus comentários.
    Esse foi um primeiro post de um blog que se inicia para abordar assuntos ligados ao mercado de capitais. Há muito espaço para disseminar a cultura de mercado na sociedade brasileira e esse é um canal tentativa. Vamos trabalhar para desenvolver essa alternativa de investimentos…Abraços, Geraldo Soares

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Sep 07, 2013

Excelente iniciativa a criação do Blog Geraldo Soares no novo portal da CAPITAL ABERTO. Foi interessante — já no primeiro post — abordar um tema atual, em debate no mercado de capitais em vários países.

    Avatar

    Sep 23, 2013

    Rodney, muito obrigado pelas motivadoras palavras. Grande abraço, Geraldo Soares



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