BRF vira alvo da Operação Trapaça

Confira os destaques da semana de 5/3 a 9/3

Semana / 13 de março de 2018
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Ex-presidente da BRF, Pedro de Andrade Faria foi solto pela Polícia Federal no dia 9 de março. Ele havia sido preso quatro dias antes, no âmbito da Operação Trapaça — terceira fase da Carne Fraca, operação que apura fraudes na indústria de processamento de alimentos. O episódio reforçou o descontentamento de acionistas da BRF, como Petros e Previ, que já se articulavam para trocar o conselho da companhia. A assembleia que decidirá sobre a composição do board está marcada para 26 de abril.

5/3

– Triunfo Participações e Investimentos informa que a 13ª vara federal de Curitiba, no Paraná, revogou a prisão temporária de Sandro Antônio de Lima, diretor financeiro e de relações com Investidores da empresa e ex-diretor financeiro da Econorte. Lima foi preso na 48ª fase da Lava Jato, denominada Operação Integração, que investiga casos de corrupção envolvendo concessão de rodovias no Paraná.

 

7/3

– B2W comunica que seu conselho de administração será presidido por Anna Christina Ramos Saicali, atual diretora presidente da companhia, a partir do próximo dia 1º de junho. Nessa data será criada a IF – Inovação e Futuro, empresa que “nascerá com a missão de criar negócios disruptivos, sendo responsável pela concepção, criação, incubação e aceleração desses novos negócios, que, maduros, serão integrados às estruturas do grupo.”

 

9/3

– Multiplus informa, em comunicado de fato relevante, que a companhia comprará ações de própria emissão para permanência em tesouraria ou para alienação aos beneficiários de plano de outorga de ações restritas. A operação respeitará o limite de 264,261 mil ações ordinárias (o equivalente a cerca de 0,6% do free float da companhia). O prazo para aquisição encerra-se em 9 de março de 2019.

– Sócio da J&F, o empresário Joesley Batista sai da prisão. O executivo estava encarcerado desde setembro do ano passado por ter omitido provas em sua delação premiada.

– BRF comunica que a agência de classificação de riscos Moody’s rebaixou o rating de escala corporativa global da companhia de “Ba1”para “Ba2”. Foi mantida a perspectiva negativa.

 


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