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Diante da queda no apelo dos criptoativos, primeiro ETF de NFT será fechado
Situação contrasta com 2021, quando esses ativos chegaram a movimentar cerca de 22 bilhões de dólares
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Imagem: Freepik

O furacão que atinge o setor de criptoativos fez mais uma vítima. Em fevereiro, o Defiance Digital Revolution ETF (ticker NFTZ), primeiro fundo negociado em bolsa centrado em tokens não fungíveis (NFTs) irá fechar, mostrando que o apelo em torno desses criptoativos esfriou. O fundo, lastreado em empresas relacionadas a blockchain e um índice de NFTs, começará a liquidar seu portfólio por volta de 16 de fevereiro. “O fundo falhou em atrair mais ativos”, lamentou Sylvia Jablonski, CEO da Defiance ETFs. 


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O encerramento do fundo ocorre em meio à diminuição do hype em relação aos criptoativos. Em 2021, os NFTs, que asseguram aos seus proprietários a originalidade e exclusividade de um item digital, chegaram a movimentar cerca de 22 bilhões de dólares, montante 220 vezes superior ao registrado em 2020. Porém, com o Federal Reserve (Fed) mais hawkish — ou seja, favorável ao aperto monetário —, o ambiente de investimentos tornou-se bem menos propício a ativos especulativos, levando a uma queda nos preços dos tokens digitais. O bitcoin, por exemplo, maior criptomoeda em valor de mercado, está sendo negociado atualmente em torno de 23 mil de dólares, preço bastante abaixo dos quase 69 mil dólares do final de 2021. 

Embora o NFTZ não tenha investido diretamente em criptomoedas, o seu valor em ativos atingiu cerca de 5,3 milhões de dólares em janeiro deste ano, ante quase 14 milhões de dólares no seu auge, em março de 2022, segundo dados coletados pela Bloomberg. 

Além disso, escândalos e falências têm incentivado o fechamento de outros ETFs relacionados a criptoativos. A implosão do império FTX assustou os investidores e levou à queda de alguns dos players mais importantes do setor. “À medida que o inverno cripto se aprofunda, faz sentido que muitos dos investimentos baseados nesses ativos comecem a secar”, disse Shawn Cruz, estrategista-chefe de negociação da TD Ameritrade, à Bloomberg. “Se o investidor não demonstra interesse no ETF, não vale a dor de cabeça de tentar mantê-lo funcionando.” 

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