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BC projeta IPCA de 5% no ano; IGP-M sobe 0,37% em agosto
Índice em 12 meses até o final de agosto ficou 0,2 ponto abaixo do que banco havia previsto em junho.
, BC projeta IPCA de 5% no ano; IGP-M sobe 0,37% em agosto, Capital Aberto

O Banco Central manteve a projeção de que a inflação de 2023 medida pelo IPCA fechará o ano em 5%, mais precisamente 5,01%.

O dado está no Relatório Trimestral de Inflação divulgado nesta quinta-feira e é igual à previsão do relatório anterior, de junho.

As previsões para a inflação mensal, sempre pelo IPCA, até o até lá são as seguintes: 0,38% para setembro, 0,41% para outubro, 0,39% para novembro e 0,53% para dezembro.

Inflação de 2023

Os 5% projetados pelo Banco Central ainda manteriam a inflação de 2023 0.25 ponto percentual acima do teto da meta, que é de 3,25% com variação de 1.5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Até agosto, porém, a inflação em 12 meses medida pelo IPCA ficou 0,19 ponto percentual do que a que havia sido prevista pelo BC.

O Banco Central espera um índice de 4,81%, mas o número apurado pelo IBGE ficou em 4,61%.

O relatório atribui a diferença “principalmente ao segmento de alimentação no domicílio, em especial a variações mais baixas do que as previstas em alimentos semielaborados, como leite, carnes e frango”.

Segundo o Banco Central, “o componente subjacente da inflação de serviços também apresentou variação abaixo da antecipada no acumulado dos três meses. As surpresas baixistas, muito influenciadas pela evolução do item aluguel residencial, foram concentradas nos meses de julho e agosto e compensaram a variação mais alta observada em junho”.

IGP-M

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) registrou inflação de 0,37% em setembro deste ano. É a primeira alta de preços do indicador desde março deste ano.

Em agosto deste ano, havia sido apurada uma deflação (queda de preço) de 0,14%. Em setembro de 2022, a deflação havia sido de 0,95%.  

Mesmo com a inflação de setembro, o indicador, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), acumula taxas de deflação de 4,93% neste ano e de 5,97% em 12 meses. 

Segundo o coordenador de Índices de Preços da FGV, André Braz, os índices de preços ao produtor e ao consumidor foram afetados fortemente pelo aumento dos preços dos combustíveis, ocorrido em 16 de agosto.

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