CVM exclui fundo de Abu Dhabi de decisão sobre fechamento de capital da Prumo

Seletas / Companhias abertas / Reportagem / Edição 74 / 13 de abril de 2017
Por 
O fechamento de capital da Prumo Logística, que se arrasta desde outubro passado, teve uma reviravolta. O Mubadala, fundo soberano de Abu Dhabi, maior acionista minoritário da companhia, não será computado no quórum de sucesso da oferta pública de aquisição de ações (OPA). A Instrução...

Este conteúdo é restrito a assinantes! Faça login >

paywall2 paywall

Se já é assinante, faça login:



Participe da Capital Aberto: Assine Experimente Anuncie


Tags:  CVM OPA Fechamento de capital fundo soberano Prumo EIG Abu Dhabi Mudabala

Compartilhe: 


Encontrou algum erro? Envie um e-mail



Matéria anterior
Mais analistas recomendam compra para as ações da Petrobras
Próxima matéria
Novo parecer




Recomendado para você




3 comentários

Apr 20, 2017

CVM1: “Mubadala vem atuando no processo de fechamento de capital da Companhia representando o mesmo interesse dos Controladores”, ou seja, foi reconhecida como “pessoa vinculada ao Controlador”.
CVM2: Nos termos do art. 15-B da Instrução CVM 361, caso o ofertante da OPA ou pessoas a ele vinculadas adquiram ações durante o período de OPA por preço superior ao preço da OPA, o preço da OPA deverá ser aumentado para no mínimo igualar-se ao maior preço praticado em tais aquisições.
CVM3: Mubadala está concluindo negociações de compra da parte Itau;
Com esses 3 novos fatos Mubadala passa a ser o principal “protagonista” do caso, considerando-se que o preço que a Mubadala pagar ao Itau, supondo-se que seja acima dos 10,53, a EIG deverá igualar mesmo valor a maior para a OPA!
Considerando ainda que a EIG se diz com limitações financeiras para negociar novo aumento da OPA, logo, a Mubadala tem tudo para estender a mesma oferta feita ao Itau, também aos 11,62% dos demais minoritarios (conforme recente materia da sempre bem informada Coluna da Broad do Estadão que tem a credibilidade de quem já havia publicado em 1ª mão em 12/02, que a Mubadala compraria a parte do Itau).


Apr 20, 2017

Considerando que Mubadala ratificou que ficará com a parte do Itau, correspondente a 4,75% / 17,845 milhoes de ações e permanecerá como socio da Prumo, só restará para a EIG fechar o capital, comprar os 11,62% /43,699 Milhões de ações dos demais Sardinhas.
Com a OPA em 10.53, a EIG desembolsaria míseros R$ 460 Milhões. Se a oferta subir pra 13,00, o valor iria para 568 Milhões. Isso pra fechar o capital de um colossal negócio da qual já foram investido mais de R$ 12 Bi!?!
Em tempo: A Mubadala tem hoje 6,9%. Com a compra dos 4,75% Itau, irá para 11,65%. Se a EIG continuar com dificuldades para comprar os 11,62% dos sardinhas, poderá abrir mão para a Mubadala assumir essa compra. Ou poderá ainda, ceder só parte, como por exemplo, só compraria metade dos 11,62%. Isso seria 43 M / 2, que daria 21,5 M de ações. Logo, considerando a oferta de 13,00, os 568 Milhões iniciais de desembolso da EIG, cairiam para meros R$ 284 Milhões!!! Assim, são muitos as opções da EIG / Mubadala comporem uma nova e definitiva oferta pra concluir com sucesso essa OPA. Se não der pra EIG e Mulambada resolver, é só chamar a Brookfield que ela resolve.


Apr 13, 2017

Observei que a materia se refere a exclusão do Mubadala “cirurgicamente” só da decisão sobre fechamento de capital e que “os acionistas perderam a chance de ver o preço da OPA, de R$ 10,53 por ação, ser elevado.”

Ou seja, não falam sobre a possibilidade de realização de uma nova AGE de aprovação do II Laudo (?)

Será que o autor já estaria aplicando no caso OPA Prumo, a teoria do “Venire contra factum proprium” (o mesmo aplicado no caso OPA UOL) e que a CVM não poderá obrigar que a EIG faça uma nova AGE de aprovação do II Laudo?



Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado.



Leia também
Mais analistas recomendam compra para as ações da Petrobras
Uma combinação de fatores positivos tem melhorado a perspectiva de analistas em relação à Petrobras e, consequentemente,...