Quente e frio

No mundo dos investimentos, a tendência de deixar as emoções sabotarem a razão tem nome: “lacuna de empatia quente e frio”. O fenômeno foi bastante estudado por um dos maiores nomes da psicologia econômica, o Dr. George Loewenstein. Em seu blog “Penso, logo invisto”, a Comissão de Valores …

Edição 6/Seletas/Bolsas e conjuntura/N@ Web / 4 de novembro de 2015
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Ilustração: Grau 180.com.

Ilustração: Grau 180.com.

No mundo dos investimentos, a tendência de deixar as emoções sabotarem a razão tem nome: “lacuna de empatia quente e frio”. O fenômeno foi bastante estudado por um dos maiores nomes da psicologia econômica, o Dr. George Loewenstein. Em seu blog “Penso, logo invisto”, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) decidiu explorar o tema e dar dicas ao investidor sobre como evitar que decisões acaloradas (quentes) detonem as estratégias criadas quando estamos menos emotivos (frios). Entre as táticas sugeridas pela autarquia, está a fixação de uma periodicidade mínima para acompanhamento do investimento, a fim de evitar o estresse provocado pelas oscilações diárias. A postagem foi a primeira de uma série sobre vieses comportamentais nas decisões de investimentos.




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