Monica de Bolle estuda influência de evangélicos sobre vitória de Bolsonaro 

Para a economista, esse fator foi mais crucial para o resultado da eleição do que sentimento anti-PT 



Ilustração: Rodrigo Auada

A economista Monica de Bolle usou seu Twitter pessoal para falar de um estudo que vem produzindo. Ela expôs um gráfico que comprovaria que o crescimento das igrejas evangélicas foi fundamental para a vitória de Jair Bolsonaro na eleição de 2018. “Marca uma mudança política relevante que vai além do sentimento anti-establishment e anti-PT”, disse Monica, na primeira de uma série de postagens em que apresenta seu ponto de vista. “Se a tese estiver correta, as políticas sociais podem ser significativamente reformuladas nos anos seguintes, o que pode ter alguma influência na agenda econômica também”, argumentou.

Alguns seguidores discordaram de Monica, dizendo que o sentimento anti-PT foi mais decisivo que o apoio que o capitão reformado recebeu do bispo Edir Macedo e de outros religiosos de igrejas neopentecostais. Outros foram mais sorumbáticos. “A crescente influência das igrejas evangélicas na política brasileira é um grave declínio para a civilização moderna e para a era da razão”, escreveu um seguidor. 


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