Fusão nas redes

Seletas / N@ Web / Edição 73 / 7 de abril de 2017
Por 


Ilustração: Rodrigo Auada

Ilustração: Rodrigo Auada

Depois de muitos anos sendo aventada pelo mercado, a fusão da BM&FBovespa com a Cetip finalmente aconteceu. No dia 30 de março, a companhia resultante da união anunciou seu novo nome: B3, marca que representa graficamente Brasil, Bolsa, Balcão. Na sua página do Facebook, ainda com o nome de BM&FBovespa, a empresa postou fotos do novo logotipo, que já estampa as fachadas da sede, no centro de São Paulo, e criou a hashtag #JuntosSomosB3. Os seguidores não ficaram indiferentes: a bolsa recebeu críticas ferrenhas de quem odiou a mudança e, de outro lado, elogios à simplicidade e à fácil assimilação da nova marca. “Achei o nome e a marca muito mais modernos, até para investidores internacionais saberem que a bolsa é do Brasil”, comentou um seguidor. A fusão oficial de Bolsa e Cetip também gerou comentários sobre uma preocupação constante. “A fusão da BM&FBovespa com a Cetip eleva nosso valor no mercado mundial, mas praticamente monopoliza o mercado brasileiro”, ponderou um usuário do Twitter.


Quer continuar lendo?

Faça um cadastro rápido e tenha acesso gratuito a algumas reportagens.

Tenha o melhor conteúdo do mercado de capitais sem limites ou interrupção.
Assine a partir de R$ 36/mês!
Você está lendo {{count_online}} de {{limit_online}} reportagens gratuitas

Seja um assinante!

Você atingiu o limite de reportagens gratuitas. Que tal se tornar nosso assinante? Além do acesso ao mais especializado conteúdo do mercado de capitais, você terá descontos de até 30% em nossos encontros e cursos. Aproveite!


Participe da Capital Aberto:  Assine Anuncie


Tags:  bmfbovespa cetip n@a web B3 Encontrou algum erro? Envie um e-mail



Matéria anterior
Futuro da securitização depende de decisão do STJ
Próxima matéria
A realidade por trás da chinese wall




Recomendado para você




Nenhum comentário

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado.



Leia também
Futuro da securitização depende de decisão do STJ
Está nas mãos do Superior Tribunal de Justiça (STJ) o futuro do mercado brasileiro de securitização. Em breve, os ministros...