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Enfim, listada
Ilustração: Rodrigo Auada

Ilustração: Rodrigo Auada

A companhia aérea Azul concluiu seu IPO nesta semana, depois de várias tentativas e muita polêmica. Em 2013, a aérea chegou a ter o registro de companhia aberta negado pela CVM por possuir ações preferenciais que recebem 75 vezes mais dividendos que as ordinárias. Já na semana passada, o regulador suspendeu o IPO da companhia, na véspera da estreia na bolsa, por causa de um vídeo, publicado no site www.retailroadshow.com. Nele, David Neeleman, fundador da Azul, fazia uma apresentação com o suporte de slides. Como o acesso ao site era livre, a CVM entendeu que se tratava de material publicitário. Sendo assim, a Azul deveria, conforme a Instrução 400, ter pedido aprovação do regulador antes de divulgá-lo, o que não feito.

Em seu blog, o conselheiro de administração Renato Chaves aproveitou para comentar o assunto. Ele afirma que desaprova a estrutura acionária da companhia por desequilibrar interesse econômico e poder político, mas pondera que parte das alegações da CVM para suspender a oferta reflete um certo anacronismo regulatório: o uso de site para disponibilizar informações sobre ofertas, observa, é algo usual mundo afora.

No Twitter, o IPO da aérea também ganhou destaque. A Nyse fez questão de chamar atenção para a companhia em suas contas nas redes sociais, publicando fotos da estreia da Azul, que também ofertou ações no pregão americano. Mas se houvesse uma competição, a Azul não seria a aérea mais comentada nas redes sociais nesta semana — o posto iria para a United Airlines, que, inclusive, tem parceria operacional com a Azul. Depois que um vídeo de um passageiro sendo arrastado para fora de uma aeronave rodou o mundo, a empresa vem sendo pressionada para demitir seu CEO.


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