Crise da caipirinha

Seletas / Bolsas e conjuntura / Edição 12 / N@ Web / 18 de dezembro de 2015
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Ilustração: Grau 180.com.

Ilustração: Grau 180.com.

Quarta-feira, 16 de dezembro, foi um dia de cão para o Brasil: não bastasse a Fitch tirar o grau de investimento do País, o banco central americano elevou a taxa de juros, o que pode estimular ainda mais a fuga de capitais do mercado brasileiro. Na internet, choradeira e zoeira marcaram os posts nas redes sociais. “E a banda desafinou antes que pudesse tocar: Fitch rebaixa Brasil. Bye-bye investment grade”, escreveu a economista Monica de Bolle em seu perfil do Facebook. A mensagem atraiu comentários e questionamentos. “O rebaixamento estava precificado, mas o viés negativo também?”, perguntou um seguidor. Monica respondeu que sim — o viés era esperado —, mas alertou que um novo rebaixamento pela S&P é algo que ainda não “está no preço”. Enquanto isso, no Twitter, Alberto Gallo, diretor de pesquisa de crédito do Royal Bank of Scotland, compartilhou uma notícia sobre a nova perda do grau de investimento do Brasil e alfinetou: “A crise da caipirinha continua”.


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