3G Capital vira assunto nas redes, após tentativa de compra da Unilever

A 3G Capital, dos brasileiros Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Beto Sicupira, virou, mais uma vez, assunto na internet. Os comentários foram fruto dos recentes movimentos de aquisição da gestora. Na última terça-feira, o Burger King, um dos ativos do grupo, anunciou a compra da empresa de fast …

Seletas/N@ Web/Edição 67 / 24 de fevereiro de 2017
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Ilustração: Rodrigo Auada

Ilustração: Rodrigo Auada

A 3G Capital, dos brasileiros Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Beto Sicupira, virou, mais uma vez, assunto na internet. Os comentários foram fruto dos recentes movimentos de aquisição da gestora. Na última terça-feira, o Burger King, um dos ativos do grupo, anunciou a compra da empresa de fast food Popeyes. Na semana passada, a Kraft Heinz, outra companhia controlada pela 3G, ofereceu US$ 143 bilhões para adquirir a Unilever. A investida, contudo, não foi bem-sucedida: a Kraft levou um não e retirou a oferta.

Na internet, além dos deboches previsíveis, houve uma tentativa de explicar os fundamentos econômicos por trás dessas aquisições gigantescas. No canal Moeda na Era Digital, o economista Fernando Ulrich explicou que, como as políticas monetárias europeia e americana mantêm os juros artificialmente baixos, o custo de emissão de dívida corporativa está muito reduzido. Isso permite, segundo ele, que empresas do porte de Kraft Heinz e AB Inbev captem facilmente recursos para financiar as compras.

Nos comentários, uma pergunta chamou a atenção: se o dinheiro está tão barato, por que não se vê inflação na Europa e nos Estados Unidos? Ulrich respondeu destacando que a inflação de fato não chegou aos consumidores, mas o preço dos ativos no mundo das fusões e aquisições, por sua vez, aumentou.


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Tags:  fusões e aquisições M&A Heinz Unilever n@ web 3G Capital Encontrou algum erro? Envie um e-mail



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