Fake news prejudicam mais empresas de médio porte, diz estudo

Para essas companhias, impacto das publicações é negativo e imediato

Comunicação corporativa/Companhias abertas/Internacional / 28 de setembro de 2018
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Ilustração de um jornal com gráficos ascendentes e descendentes

Ilustração: Rodrigo Auada

Mais notícias e informações falsas são publicadas sobre companhias listadas de pequeno porte do que a respeito das médias e grandes. Mas os impactos são mais negativos e duradouros para as empresas de porte médio, mostra um estudo feito por acadêmicos americanos da Universidade de Yale e da universidade israelense IDC Herzlyia. Eles analisaram notícias publicadas em plataformas de compartilhamento de informações sobre o mercado de ações, como Seeking Alpha e Motley Fool.

De acordo com os pesquisadores, as empresas pequenas — com 2 bilhões de dólares ou menos de valor de mercado — sofriam impacto positivo temporário no preço das ações após a publicação de conteúdos pagos travestidos de jornalísticos a seu respeito, benefício totalmente revertido depois de um ano. Já nas empresas médias (com valor de mercado entre 2 bilhões de dólares e 10 bilhões de dólares), esse tipo de fake news provocou um efeito negativo imediato e permanente nas ações. Na avaliação dos autores do estudo, isso pode ser resultado da existência de investidores mais bem informados apostando nos papéis dessas companhias — eles buscariam puni-las. Já para as empresas grandes (valor de mercado acima de 10 bilhões de dólares), a publicação desses conteúdos não teve impacto algum na cotação dos papéis.

O estudo verificou ainda que, nos últimos tempos, menos conteúdos falsos têm sido publicados nessas plataformas e que os investidores também têm reagido menos às notícias nelas postadas, sejam falsas ou negativas — o que sugere que os leitores passaram a ficar mais desconfiados em relação aos conteúdos.


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