Depois de anos de intensa alta, salários de executivos tendem a subir menos

Possibilidade de recessão e pressão social por maior igualdade de renda devem afetar pacotes de remuneração

Governança Corporativa/Internacional / 8 de fevereiro de 2019
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Depois de anos de intensa alta, salários de executivos tendem a subir menos

Ilustração: Rodrigo Auada

A remuneração dos CEOs das empresas integrantes do S&P 500, que vinha aumentando num ritmo de até 6% ao ano desde 2010, ganhou força em 2017, para um avanço de 11%. Entretanto, para 2018, resultados preliminares indicam que os executivos receberam 10% mais — o que sugere uma reversão da curva de crescimento da remuneração. Os CEOs engordaram os bolsos nos últimos anos, mas, de qualquer maneira, num ritmo mais lento do que o dos retornos das companhias para os acionistas, mostra uma pesquisa da consultoria Pay Governance.

Na avaliação dos autores do estudo, a possibilidade de recessão global tende a arrefecer as altas, tanto dos recebimentos dos executivos quanto do retorno para os acionistas. Também devem afetar a remuneração dos CEOS a intensificação do escrutínio das consultorias de voto sobre a questão e as pressões sociais por mais igualdade de renda.

Ainda de acordo com a Pay Governance, o recurso a opções de ações como compensação está caindo, mas esse mecanismo persiste em 56% das empresas. O instrumento é mal visto por muitos acionistas e especialistas em governança, por estimular executivos a se concentrar em resultados de curto prazo.


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