Cinco grandes fundos de private equity têm US$ 200 bilhões para gastar

Em conjunto, as firmas de private equity Blackstone, Carlyle, KKR, Oaktree Capital e Apollo Global estão sentadas sobre nada menos que US$ 200 bilhões. A polpuda cifra equivale a cerca de R$ 700 bilhões em valores atuais — montante que supera os PIBs dos estados do Rio Grande do Sul e do Paraná …

Seletas/Internacional/Edição 29 / 6 de maio de 2016
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Ilustração: Rodrigo Auada

Ilustração: Rodrigo Auada

Em conjunto, as firmas de private equity Blackstone, Carlyle, KKR, Oaktree Capital e Apollo Global estão sentadas sobre nada menos que US$ 200 bilhões. A polpuda cifra equivale a cerca de R$ 700 bilhões em valores atuais — montante que supera os PIBs dos estados do Rio Grande do Sul e do Paraná somados. Tanto dinheiro está deixando o mundo financeiro impaciente: afinal, quando e para quais investimentos os fundos vão destinar todo esse capital?

Apesar de existirem barganhas nos países emergentes, que tiveram suas moedas desvalorizadas e sofrem com o baixo preço das commodities, os fundos enfrentam dificuldades para achar negócios sólidos a preços justos, justificam especialistas. Hamilton James, da Blackstone, já declarou não ter pressa para gastar os US$ 80 bilhões que tem disponíveis para investimento. O caixa do fundo supera os valores detidos por Carlyle (US$ 43 bilhões), KKR (US$ 35 bilhões), Oaktree (US$ 21,4 bilhões) e Apollo Global (US$ 26 bilhões).

Entre os investidores, há um consenso de que o Brasil deve ser o destino de parte do dinheiro assim que a incerteza política diminuir. O Carlyle já tem vários investimentos por aqui, como a rede de lojas de brinquedos RiHappy, a fabricante de meias Scalina e a Rede D’Or de hospitais. Já a KKR comprou, em 2014, uma fatia da empresa de TI Aceco. A Oaktree não olha tanto para os países emergentes quando o assunto é participação acionária, mas se interessa por dívidas estressadas desses mercados. O Apollo Global deve, em breve, firmar uma joint venture de fertilizantes com a mineradora brasileira Vale, de acordo com reportagem da Reuters. Já a Blackstone é sócia do fundo de private equity brasileiro Pátria Investimentos.


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