Associação de investidores pede fim dos planos genéricos de remuneração

Principal entidade representativa dos investidores institucionais do Reino Unido, The Investment Association publicou neste mês um relatório do seu grupo de trabalho sobre remuneração de executivos. O documento apresenta dez recomendações, e a principal sugere que os comitês de remuneração elaborem …

Seletas/Internacional/Edição 44 / 19 de agosto de 2016
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Ilustração: Rodrigo Auada

Ilustração: Rodrigo Auada

Principal entidade representativa dos investidores institucionais do Reino Unido, The Investment Association publicou neste mês um relatório do seu grupo de trabalho sobre remuneração de executivos. O documento apresenta dez recomendações, e a principal sugere que os comitês de remuneração elaborem planos de pagamentos alinhados às necessidades e particularidades dos negócios das empresas.

De acordo com a associação, as companhias britânicas têm adotado um plano genérico de incentivos de longo prazo (LTIP, na sigla em inglês). O problema é que o modelo não se adapta bem a todos os tipos de negócio — para muitos, é difícil estabelecer, por exemplo, metas para um futuro distante. Além disso, esses planos costumam usar estruturas de remuneração complicadas, prejudicando o entendimento dos acionistas da companhia.

As demais recomendações giram em torno de quatro princípios básicos: fortalecimento dos comitês de remuneração, com a criação de ferramentas de responsabilização; aumento do engajamento de acionistas nas discussões sobre salários; intensificação da transparência sobre metas e bônus; e justificativas para os valores escolhidos. A entidade defende que as companhias usem métricas externas (comparação com salários de executivos de outras empresas) e internas (comparação com salários de outros funcionários da organização).

Questões envolvendo a remuneração dos executivos também aparecem na revisão de regras de governança para companhias abertas do país proposta pela primeira-ministra, Theresa May. Entre as medidas que ela defende está a determinação de que o voto de acionistas sobre planos de pagamento de executivos não seja apenas consultivo, e sim vinculante.


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