Alinhamento premiado

Companhias em que o CEO recebe ações tendem a se valorizar ao anunciar uma aquisição

Bolsas e conjuntura/Internacional / 12 de novembro de 2017
Por 


Ilustração: Rodrigo Auada

Ilustração: Rodrigo Auada

Qual relação entre a remuneração do CEO e a geração de valor esperada com uma aquisição? A pergunta foi tema do estudo “Takeovers and (Excess) CEO Compensation”, publicado em novembro por Isabel Ruiz, da Universidade de Leon (Espanha), e Luc Renneboog, da Universidade Tilburg (Holanda). Ao examinarem operações de M&A envolvendo companhias europeias, eles descobriram que aquelas em que o diretor-presidente recebe boa parte de sua remuneração baseada em ações tendem a se valorizar diante do anúncio de uma aquisição.

O estudo sugere que os investidores colocam mais fé nas decisões de compra de empresas em que os interesses do CEO estão alinhados com os dos demais sócios. Como o principal executivo recebe ações como parte da remuneração, se a aquisição for um mau negócio ele também amarga prejuízo.

Os acadêmicos observaram, entrentanto, que essa conclusão só é válida para companhias com capital pulverizado. Em empresas com controle definido ou comandadas por acionistas com participações relevantes, o fato de o pagamento do CEO ser baseado em ações não tem a mesma importância, uma vez que, nessas empresas, o poder de decisão está em mãos dos sócios majoritários.

 


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Tags:  fusões e aquisições remuneração geração de valor remuneração mínima Encontrou algum erro? Envie um e-mail



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