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Prognósticos para 2019

Nesta edição, o destaque é a seção Antessala. A convite da CAPITAL ABERTO, Daniela Anversa (Veirano Advogados), Mauro Tukiyama (Anbima), Pedro Kassab (Banco Fator) e Renato Absamrra (Spectra Investments) discutiram o que esperar das captações de recursos no mercado de capitais em 2019. O prognóstico é positivo: deve haver um número maior de ofertas iniciais de ações (IPOs) e de emissões de renda fixa, notadamente debêntures e certificados de recebíveis do agronegócio (CRAs). Mas para que a “lua de mel” perdure, alertam, o cenário externo não pode sofrer nenhum grande solavanco — o que é sempre uma hipótese a se considerar.

Também vale a pena a leitura da coluna Governança. Em seu texto, Alexandre Di Miceli explica por que perseguir um propósito autêntico além do lucro é cada vez mais importante para o sucesso das empresas no século 21.

Na seção Antítese, uma questão polêmica: a contrapartida com ações resgatáveis numa incorporação de ações atende à Lei das S.As.? O assunto entrou no radar da CVM após reclamações de minoritários em relação à fusão de Suzano e Fibria e à incorporação da Smiles pela Gol. Embora cada uma dessas operações tenha suas particularidades, ambas preveem, em determinado momento, que os minoritários troquem uma parcela de sua participação por ações resgatáveis — papéis que, por definição prévia, serão recomprados e pagos com dinheiro. Confira as opiniões de Daniel Kalansky, sócio de Loria e Kalansky Advogados, e Evandro Pontes, sócio de Vaz, Buranello, Shingaki & Oioli Advogados.

Confira ainda o texto produzido por Marilia Fuller com base no último Grupo de Discussão de Governança. No debate, conselheiros, executivos, advogados e consultores debateram o papel dos conselhos de administração na prevenção de ataques cibernéticos, ainda mais em voga após a sanção da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).