Novas leituras

O desmanche de blocos de acionistas tem sido visto com alguma frequência nos últimos tempos. E seus efeitos originam situações interessantes para o estudo das relações societárias. Nesta edição de Seletas, a jornalista Yuki Yokoi chama atenção para uma assembleia da Light que aconteceria neste mês …

Editorial/Edição 75 / 24 de abril de 2017
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desmanche de blocos de acionistas tem sido visto com alguma frequência nos últimos tempos. E seus efeitos originam situações interessantes para o estudo das relações societárias. Nesta edição de Seletas, a jornalista Yuki Yokoi chama atenção para uma assembleia da Light que aconteceria neste mês de abril. Nela, a principal acionista, a Cemig, proporia deliberar sobre duas alterações estatutárias que a alçariam — e também a Light — a uma condição distinta e, potencialmente, preocupante.

Também nesta edição, Ana Siqueira alerta para a extensão das crises corporativas. Para além dos credores e acionistas, elas impactam a sociedade como um todo, o que exige dos stakeholders uma nova postura. Os interesses das empresas, ela observa, não podem se sobrepor aos da sociedade. Se o Estado não exerce o papel de zelar por ela, cabe aos cidadãos tomar uma nova atitude.

Na seção Artigo, o advogado Renato Buranello discorre sobre a controvérsia semântica que envolve a definição de direito creditório do agronegócio. O conceito de cadeia agroindustrial e a expressão “direito creditório” são explorados no contexto da legislação para concluir quais relações econômicas são elegíveis, afinal, para gerar os créditos que lastreiam os certificados de recebíveis do agronegócio, os CRAs.


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