Lições de casa

As luzes sobre o palco do mercado de capitais seguem apagadas neste ano, mas os atores aproveitam o intervalo — que promete ser longo — para organizar o cenário. Como mostra a reportagem de Yuki Yokoi, já está quente a discussão em torno dos termos de um código único de governança corporativa para …

Seletas/Editorial/Edição 23 / 24 de março de 2016
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As luzes sobre o palco do mercado de capitais seguem apagadas neste ano, mas os atores aproveitam o intervalo — que promete ser longo — para organizar o cenário. Como mostra a reportagem de Yuki Yokoi, já está quente a discussão em torno dos termos de um código único de governança corporativa para o Brasil, em processo capitaneado pelo IBGC e apoiado pela CVM. Proposições ousadas de proteção às minorias acionárias estão na mesa, suscitando um bom debate sobre os elementos que configuram as melhores práticas corporativas.

O novo código é gestado simultaneamente à reforma do Novo Mercado, levada a uma audiência pública pela BM&FBovespa na semana passada, conforme relatado na última edição de SELETAS. Pensar nos próximos passos é uma forma de preservar os avanços conquistados pelo País nos últimos tempos. Conforme observa o colunista Carlos Rebello, o Brasil, ultrapassado pelo resto do mundo em diversos quesitos do levantamento Doing Business do Banco Mundial, aparece bem posicionado em relação à média dos membros da OCDE quando o tema é a proteção ao investidor. Enfim, uma boa notícia.

E por falar em minoria, ela vem cuidando para se fazer ouvida na Petrobras. No último 21 de março, foram divulgados votos contrários ao balanço anual da petroleira de conselheiros fiscais representantes de investidores. Suas opiniões não prevaleceram no cômputo final, mas eles deixaram anotadas exigências e críticas expressamente dirigidas à administração.

Apesar do ambiente político e econômico adverso, atores do mercado não ignoram as lições de casa.


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