Fora da caixa

Editorial | Semana de 10 a 14 de dezembro

Editorial / 7 de dezembro de 2018
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Oferta de conta corrente sem tarifa, proximidade com o cliente, agilidade e ousadia. Esses são alguns dos atributos que explicam o sucesso dos bancos digitais entre usuários e investidores no Brasil. Para se ter uma ideia, desde o IPO, no final do último mês de abril, as ações do Banco Inter saltaram de 18,50 reais para 38,45 reais no dia 4 de dezembro, uma valorização de impressionantes 107,8%. Mas como uma instituição financeira pode sobreviver num segmento altamente competitivo oferecendo o mesmo serviço das grandes instituições — e muitas vezes de graça? Em sua reportagem, Rodrigo Petry explora os riscos e atrativos do modelo de negócio dos bancos digitais e as chances de essas instituições causarem uma ruptura no concentrado sistema bancário nacional.

Outro destaque desta edição é a coluna do professor Eliseu Martins, na qual ele faz um alerta. O lucro das empresas, afirma, deveria, por princípio, “bater” e virar 100% caixa, mas “hoje isso é quase verdade”. Os problemas, continua o professor, “não estão nas avaliações de valor justo em geral, mas sim num caso particular de ‘ativos financeiros a valor justo contra resultado abrangente’ e de certas variações da provisão para benefícios pós-emprego”. Quer entender mais? Não deixe de ler o texto.

Também escreve para esta edição André Vasconcellos, membro da comissão de compliance e governança do Instituto Brasileiro de Relações com Investidores (Ibri). Em seu artigo, ele se debruça sobre a criação de uma regulamentação para a atividade do lobby no Brasil. Fundamental numa sociedade democrática, na visão de Vasconcellos, a concepção dessa diretriz integra o programa do futuro ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sérgio Moro.

Para quem quer aproveitar o fim de ano para ler um bom livro, a dica de Peter Jancso, autor da seção Prateleira, é Princípios, escrito por Ray Dalio, um titã que administra 160 bilhões de dólares. Na obra, Dalio lista os princípios da sua vida e do trabalho que lhe permitiram ser um iconoclasta radical na gestão, sempre adepto do “think different”.


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Outro destaque desta edição é a coluna do professor Eliseu Martins, na qual ele faz um alerta. O lucro das empresas, afirma, deveria, por princípio, “bater” e virar 100% caixa, mas “hoje isso é quase verdade”. Os problemas, continua o professor, “não estão nas avaliações de valor justo em geral, mas sim num caso particular de ‘ativos financeiros a valor justo contra resultado abrangente’ e de certas variações da provisão para benefícios pós-emprego”. Quer entender mais? Não deixe de ler o texto.

Também escreve para esta edição André Vasconcellos, membro da comissão de compliance e governança do Instituto Brasileiro de Relações com Investidores (Ibri). Em seu artigo, ele se debruça sobre a criação de uma regulamentação para a atividade do lobby no Brasil. Fundamental numa sociedade democrática, na visão de Vasconcellos, a concepção dessa diretriz integra o programa do futuro ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sérgio Moro.

Para quem quer aproveitar o fim de ano para ler um bom livro, a dica de Peter Jancso, autor da seção Prateleira, é Princípios, escrito por Ray Dalio, um titã que administra 160 bilhões de dólares. Na obra, Dalio lista os princípios da sua vida e do trabalho que lhe permitiram ser um iconoclasta radical na gestão, sempre adepto do “think different”.


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