Seletas   |   Editorial   |   Edição 44

Dinheiro no horizonte

A melhora do ambiente econômico devolve as captações de recursos à pauta do mercado de capitais. Em uma oferta restrita de ações, dois sócios da operadora de viagens CVC — entre eles um fundo de private equity da Carlyle — embolsaram R$ 1,2 bilhão com a venda de fatias de suas participações. A …



A melhora do ambiente econômico devolve as captações de recursos à pauta do mercado de capitais. Em uma oferta restrita de ações, dois sócios da operadora de viagens CVC — entre eles um fundo de private equity da Carlyle — embolsaram R$ 1,2 bilhão com a venda de fatias de suas participações. A transação, na visão de especialistas, inaugura uma porta de saída para os investidores de private equity.

Os investimentos em startups, chamados de “semente” e “anjo”, também recebem estímulos. Recém-lançada minuta de instrução da Comissão de Valores Mobiliários disciplina as captações por meio de crowdfunding e a composição dos investidores interessados em fazer os aportes. Em sua coluna desta edição, Frederico Rizzo comenta os principais aspectos da norma e alfineta soluções adotadas pelo regulador que, em sua opinião, poderiam ser menos limitadoras.

O impulso às startups também vem de conglomerados como Bradesco, Braskem e Porto Seguro, que investem em empresas iniciantes com o intuito de favorecer seus próprios negócios no futuro. Os aportes das chamadas “aceleradoras”, tanto em dinheiro como sob a forma de outras contribuições, têm revolucionado os investimentos tradicionalmente alocados nas áreas de pesquisa e desenvolvimento de grandes organizações, como mostra a reportagem de Lucas Hipolito. O tema foi pauta do Grupo de Discussão Venture Capital e Empreendedorismo realizado pela capital aberto no último dia 9.

Na capa, a Medida Provisória 727, do presidente interino Michel Temer, gestada com a ambição de reforçar a interação entre Estado e iniciativa privada nos financiamentos à infraestrutura. O plano é eliminar entraves burocráticos e recuperar a confiança nos investimentos. Se bem-sucedido e convertido em lei, o programa tem tudo para fortalecer a economia desfazendo gargalos instalados no carente setor de infraestrutura. Investidores torcem para que assim seja.


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Tags:  CVM crowdfunding investimento editorial simone azevedo Encontrou algum erro? Envie um e-mail



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