Concessões sob nova direção

Editorial | Semana de 28 de janeiro a 1 de fevereiro



Os governos precisam arrecadar mais e os investidores demonstram interesse em bons projetos no Brasil. A combinação é perfeita para a aceleração dos programas de concessão de serviços públicos na área de infraestrutura. Só que, sob as diretrizes econômicas liberais do governo Bolsonaro, as novas rodadas devem ter algumas novidades, como a substituição da menor tarifa pela maior outorga como critério para vitória nas licitações. Reportagem de Roberto Rockmann mostra quais são os setores que mais atraem o interesse do capital privado.

Na seara do direito societário, o colunista Raphael Martins apresenta, em linhas gerais, as causas e o efeito da não proteção ao investidor no Brasil. Ele ilustra sua tese com exemplos recentes de estruturas pouco habituais para operações de incorporação de ações. A atual dinâmica do mercado de capitais brasileiro, ele conclui, acaba evidenciando um certo envelhecimento da legislação societária.

Envelhecer bem é o que pretendem empresas tradicionais que não desprezam o alcance da revolução digital sobre seus modelos de negócio. Em grupo de discussão promovido pela CAPITAL ABERTO em dezembro, representantes de empresas veteranas e especialistas em inovação discutiram quais são os melhores caminhos para essa adaptação.

Articulista desta edição, Cristóvão Alves, analista chefe da SITAWI Finanças do Bem, detalha os efeitos da Resolução 4.661 do Conselho Monetário Nacional (CMN) sobre a incorporação de indicadores ambientais, sociais e de governança aos investimentos dos fundos de pensão.


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Tags:  Governança debêntures gestão de recursos CMN infraestrutura direito societário proteção ao investidor revolução digital Conselho Monetário Nacional (CMN) proteção a Encontrou algum erro? Envie um e-mail



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