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Editorial / Anuário de Governança Corporativa 2014 / 1 de novembro de 2014
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Pelo sexto ano consecutivo, o Anuário de Governança Corporativa da CAPITAL ABERTO expõe as práticas adotadas pelas cem companhias com as ações mais líquidas da bolsa de valores. Pesquisadores liderados pelo professor Pedro Barros se debruçaram sobre os formulários de referência e os sites das companhias para extrair dados sobre os conselhos de administração e seus comitês, a estrutura de controle, a adoção de códigos e políticas, a transparência, a gestão de riscos, a remuneração de executivos e os direitos dos acionistas, entre outros aspectos.

Algumas boas notícias aparecem no resumo estatístico dos dados deste ano, conforme exploram os textos produzidos por Mariana Segala e editados por Luciana Tanoue. A separação dos cargos de CEO e chairman avançou, os comitês de gestão de riscos se tornaram mais presentes e o tag along com percentual acima do previsto na legislação atingiu recorde. Há, entretanto, sinais de alerta: um deles é a diminuição dos comitês de conselho compostos de integrantes do board; outro, a ampliação dos conselhos fiscais que assumem também a função de comitê de auditoria. As muitas discussões sobre o segundo ponto levaram ao diagnóstico de que a atuação do conselheiro fiscal em nada tem a ver com a do membro de comitê de auditoria.

O anuário também revela um dado negativo: é cada vez maior o número de companhias que aderem à liminar obtida pelo Ibef-Rio para não divulgar os salários máximo, médio e mínimo de seus diretores e conselheiros. Uma pena que as relevantes — e, em alguns casos, chocantes — análises feitas a partir desses dados não tenham ainda servido para conscientizar as companhias sobre a necessidade de divulgá-los.

Essas e outras constatações podem ser conferidas nos textos sobre as estatísticas do anuário e nas tabelas elaboradas para cada companhia. Esperamos que a pesquisa seja útil como referência e fonte de consulta.


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