Anormalidades

Uma conversa informal entre um investidor estrangeiro e um brasileiro, narrada na coluna de Alexandre Póvoa, destaca-se nesta Seletas. A curiosa troca de visões entre os dois revira as anormalidades do Brasil e do mundo, sublinhando o viciante juro zero dos países desenvolvidos e a chance iminente …

Seletas/Editorial/Edição 51 / 7 de outubro de 2016
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Uma conversa informal entre um investidor estrangeiro e um brasileiro, narrada na coluna de Alexandre Póvoa, destaca-se nesta Seletas. A curiosa troca de visões entre os dois revira as anormalidades do Brasil e do mundo, sublinhando o viciante juro zero dos países desenvolvidos e a chance iminente de curvatura da política econômica do País.

Ainda no terreno das diferenças, os desafios de tributação enfrentados pelos negócios disruptivos. A natureza dessas atividades para fins de recolhimento de impostos — se ofertam serviços ou mercadoria, por exemplo — permanece indefinida, o que gera apreensão nas empresas do setor. O tema foi alvo de um debate promovido pela Capital Aberto em setembro e é explorado na reportagem de Mitchel Diniz.

Em entrevista com Ted Noon, executivo da asset americana Acadia, Mariana Segala também decifra anomalias. Nesse caso, o foco é a chamada anomalia do baixo risco, um fenômeno da gestão de recursos que denota que ativos pouco voláteis nem sempre resultam em retornos módicos. Ao contrário, eles podem atingir resultados superiores aos daqueles em que a expectativa de retorno é elevada — e algumas gestoras, como a Acadia, estão atentas a isso.

Na capa, a animadora volta à normalidade dos fundos imobiliários (FIIs). Há pelo menos dois anos cotados em bolsa a preços inferiores aos de seus ativos, eles começam a recobrar os brios diante da expectativa de arrefecimento da taxa de juros. O resultado é o aquecimento das ofertas de FIIs neste segundo semestre — ainda longe do padrão normal do passado, mas, sem dúvidas, comemorável.


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