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Goldman Sachs avalia riscos concorrenciais em derivativos para a B3 com projeto da nova bolsa, a A5X
O anúncio, destaca o banco, acrescenta mais uma camada aos riscos competitivos para a B3, que também poderá enfrentar a ATG até o 2º semestre de 2025
Goldman Sachs, Goldman Sachs avalia riscos concorrenciais em derivativos para a B3 com projeto da nova bolsa, a A5X, Capital Aberto

O mercado foi surpreendido nesta terça-feira (18) com a notícia dos planos de lançamento de uma nova bolsa, que vai atuar no mercado de derivativos, segmento que representa uma parcela importante das receitas da B3. À frente do projeto, estão os ex-sócios da XP Carlos Ferreira Filho e Karel Luketic, o CEO da Ideal, Nilson Monteiro, e Julian Chediak, sócio do escritório Chediak Advogados.

Segundo análise do Goldman Sachs, o anúncio acrescenta mais uma camada aos riscos competitivos para a B3, que também poderá enfrentar a concorrência da ATG (Americas Trading Group) até o 2º semestre de 2025. 

“Embora o artigo mencione que aproximadamente 45% das receitas da B3 estão relacionadas a derivativos, notamos que a empresa já enfrenta concorrência em derivativos OTC (3% das receitas). Como tal, pensamos que os derivados cotados (32% das receitas) enfrentam o maior risco competitivo”, avaliam os analistas Tito Labarta, Tiago Binsfeld, Beatriz Abreu e Lindsey Shema em relatório citando texto publicado no Valor Econômico. “No entanto, uma vez que a maior parte da economia está relacionada com a compensação (75%), pensamos que os riscos reais para o negócio são ainda mais discretos.”


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As receitas de derivativos listados contribuem para FICC (Renda Fixa e Câmbio) e Ações e representaram 32% da receita total da B3 em 2023, com cerca de 8% provenientes de ações e 24% de FICC, conforme análise do banco.

A A5X anunciou uma rodada Série A para financiar as operações e levantou R$ 200 milhões em investimentos iniciais e, segundo notícia veiculada na mídia, a XP possui opção de compra que poderá ser executada no médio prazo. 

“Além disso, a empresa poderá futuramente entrar no mercado de ações, bem como competir na compensação, o que representaria um risco maior para a B3. No entanto, acreditamos que o investimento de R$ 200 milhões é provavelmente muito pequeno para competir efetivamente na compensação, dado o alto nível de capital e garantias necessárias para as atividades de compensação”, dizem os analistas do Goldman Sachs.


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