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Powell diz que precisa de mais dados para cortar juros, mas mostra confiança com a inflação
Por outro lado, o presidente do Fed se mostrou preocupado com os riscos ao mercado de trabalho e à economia caso as taxas permaneçam altas por muito tempo
Jerome Powell, Presidente do Federal Reserve | Reprodução/Flickr/Simone Fontana
Jerome Powell, Presidente do Federal Reserve | Reprodução/Flickr/Simone Fontana

O chairman do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, disse nesta terça-feira (09), durante discurso no Senado americano, que a autoridade precisa de mais dados positivos para iniciar o corte nos juros e citou a preocupação com a economia caso as taxas permaneçam altas por muito tempo. Powell discutiu o relatório semestral de política monetária, que oferece pistas sobre um possível corte na taxa em setembro.

Na avaliação de Powell, a inflação americana continua acima da meta de 2% do Fed, mas tem melhorado nos últimos meses e “mais dados positivos fortaleceriam” para cortes nas taxas. Durante o discurso, o presidente da autoridade monetária ressaltou a melhora recente que ajudou a aumentar a confiança do banco central americano.

“Após uma falta de progresso em direção à nossa meta de inflação de 2% no início deste ano, as leituras mensais mais recentes mostraram um progresso modesto. Mais dados bons fortaleceriam nossa confiança de que a inflação está se movendo de forma sustentável em direção a 2%”, disse Powell.

O chairman também observou que o Fed agora está preocupado com os riscos ao mercado de trabalho e à economia caso as taxas permaneçam altas por muito tempo.

Na semana passada, o payroll mostrou a criação de 206 mil empregos em junho, mas com uma tendência mensal de desaceleração e uma taxa de desemprego crescente, agora em 4,1%. 

Durante o depoimento, Powell considerou um “nível ainda baixo”, mas também observou que “à luz do progresso feito tanto na redução da inflação quanto no esfriamento do mercado de trabalho nos últimos dois anos, a inflação elevada não é o único risco que enfrentamos”. Segundo ele, deixar a política muito rígida por muito tempo “poderia enfraquecer indevidamente a atividade econômica e o emprego”, minando um período de crescimento econômico.

Agora, a expectativa do mercado é pelo Índice de Preços de Despesas de Consumo Pessoal (PCE, na sigla em inglês) de junho, que serão divulgados nesta quarta-feira (10).


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