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Falas de Haddad e Tebet acalmam a Faria Lima e dólar devolve altas
A recuperação dos ativos como bolsa, real e juros futuros, em queda, ocorre após um dia de fortes especulações sobre o tema fiscal e piora no humor
Ministros da Fazenda, Fernando Haddad, e do Planejamento, Simone Tebet — Foto: Diogo Zacarias/MF
Ministros da Fazenda, Fernando Haddad, e do Planejamento, Simone Tebet
Foto: Diogo Zacarias/MF

Em um movimento na tentativa de demonstrar alinhamento e coesão dos dois principais ministérios da área econômica, reunião entre Fernando Haddad e Simone Tebet, nesta quinta-feira (13), deu resultado e agradou o mercado. Depois de uma quarta-feira de piora no humor, com dólar avançando 0,86%, a R$ 5,40, e Ibovespa recuando 1,40%, a 119 mil pontos, além da abertura dos juros futuros, sinalizando alta da Selic, hoje houve alívio.

As falas do ministro da Fazenda e da ministra do Planejamento e Orçamento, após encontro em Brasília para tratar de avanços na agenda de revisão de gastos, foram bem recebidas pela Faria Lima. Logo após a reunião, por volta das 12h40, o dólar comercial, que apresentava estabilidade, passou a recuar 0,68%, a R$ 5,3696. A taxa de juros futuros – DI para janeiro de 2025 – recuava de 10,72% da quarta-feira para 10,63%. O fechamento das taxas, que sinalizam a Selic futura, era vista em diversos vencimentos, como janeiro de 2026 e janeiro de 2027. O Ibovespa também recuperou perdas exibidas e passou de queda à estabilidade após as falas. Às 15h10, o Ibovespa operava perto da estabilidade, a 119 mil pontos, e o dólar recuava 0,87%, a R$ 5,3653.

Tebet x Haddad

Depois da reação negativa do mercado em relação à projeção das contas do governo, Haddad e Simone Tebet disseram, juntos, que haverá uma revisão das despesas do governo, ao invés de buscar ampliar as receitas, sinalização anterior que incomodou parte do mercado.

“Quando nós estamos falando de gastos tributários, de revisão desses gastos, seja pela ótica da qualidade dos gastos públicos, seja pela ótica do corte de gastos públicos, nós estamos trabalhando para um futuro que está chegando, que é o ano de 2025. Alguma coisa nós vamos precisar colocar na LOA ou não, isso tudo está sendo discutido e logo vocês sabem que está aí 31 de agosto”, afirmou Simone Tebet.

Fernando Haddad fez coro: “nós começamos aqui obviamente a discutir 2025, agenda de gastos, montamos uma equipe e o que a gente pediu foi uma intensificação dos trabalhos para que até o final de junho nós possamos ter clareza do orçamento de 2025, estruturalmente”, comentou o ministro da Fazenda. “A ideia é passar tranquilidade sobre o endereçamento das questões fiscais do país, vamos manter um ritmo mais intenso de trabalho nesse mês, porque em julho começa a ser montada a peça orçamentária e em agosto, como vocês sabem, a peça é encaminhada para o Congresso Nacional.”


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