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Inflação americana desacelera e cenário benigno para corte do juro ganha força
O núcleo do PCE, indicador importante na condução da política monetária pelo FED, perdeu força em 12 meses, passando de 2,8% em abril em para 2,6% em maio
FED, Inflação americana desacelera e cenário benigno para corte do juro ganha força, Capital Aberto

O núcleo do índice de preços de gastos com consumo (PCE, na sigla em inglês) nos Estados Unidos desacelerou para 0,1% no mês de maio, frente a abril, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (28) pelo Departamento de Comércio dos EUA. Com isso, o núcleo em 12 meses perdeu força, passando de 2,8%, em abril, em para 2,6% em maio. O núcleo do PCE é o indicador de inflação preferido pelo Federal Reserve (FED, banco central americano) para balizar as decisões de política monetária e exclui variações de preços de alimentos e energia, mais voláteis.

Na visão do economista da XP Francisco Nobre, o dado é positivo para as perspectivas de corte de juros dos Estados Unidos. “O número veio benigno e em linha com as expectativas. A gente já tinha visto os dados do CPI que saíram algumas semanas atrás, vindo abaixo das expectativas, uma leitura bem benigna. Isso tende a se traduzir para o índice PCI, que é o índice principal de inflação nos Estados Unidos, que o FED mais acompanha”, comenta Nobre.

Na visão do economista, houve surpresas adicionais positivas. “Quando a gente vai olhar para o detalhamento, a desagregação desses números, a surpresa baixista veio da categoria que é a mais importante, que é aquela categoria de serviços excluindo moradia, excluindo serviços relacionados a casas e moradia”, explica. “O mercado esperava uma variação de mais ou menos 0,20% e ela veio abaixo disso, veio 0,10.” A meta de inflação americana é de 2% ao ano.

“Os números divulgados nos últimos meses foram positivos para a perspectiva de desinflação, para a perspectiva de corte de juros, mas de qualquer forma a gente mantém a nossa opinião que o FED deve continuar com um tom de cautela”, completa Francisco Nobre. “Acho que os dados continuam bastante voláteis, ainda tem bastante incerteza na economia dos Estados Unidos e a gente tem que ver pelo lado da atividade. A atividade continua resiliente, o mercado de trabalho continua forte, então não é necessário ter pressa para cortar os juros nesse momento.” O cenário base da XP é só um corte na taxa de juro americano, hoje na faixa de 5,25% e 5,50%.

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