Open banking no Brasil
As vantagens e os riscos dessa tecnologia para bancos e fintechs

Patrocínio

, Open banking no Brasil, Capital Aberto

 

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Programação

Já adotado com sucesso na Europa, o open banking começa a ganhar adeptos no Brasil. A tecnologia parte do pressuposto de que os dados bancários — tanto cadastrais como transacionais — são do usuário, e não das instituições financeiras, o que permite que eles sejam acessados por terceiros mediante autorização do cliente. Esse acesso ocorre por meio de APIs, sigla em inglês para as interfaces de programação de aplicativos. Com essas informações em mãos, fintechs podem prover soluções inovadoras para o mercado financeiro e melhorar a experiência digital dos clientes. No Brasil, quem adota a tecnologia se apoia principalmente na Resolução 3.401 do CMN —diferentemente da Europa, o País não conta com uma regulação própria para o open banking. O Banco Central pretendia definir até dezembro de 2018 um modelo de funcionamento do serviço para implementação ainda neste ano, mas a previsão não foi cumprida. O que esperar da regulamentação do open banking no Brasil? Qual a avaliação de bancos e fintechs sobre a tecnologia? Ela é uma ameaça ou oportunidade para as instituições financeiras? Quem se responsabiliza no caso de roubo de dados — o banco ou a fintech?  Essas e outras questões serão debatidas nesse Grupo de Discussão.

8h15 às 9h

Café da manhã

9h às 11h

Debate

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Alvaro de Carvalho Pinto Pupo

Advogado sênior e gerente da área de tecnologia e inovação do BSH Law, abrangendo assuntos regulatórios, contratos atípicos e negociação, com atuação especializada em consultoria preventiva e pré-contenciosa. Formado pela PUC/SP, é mestre em Direito Civil pela mesma instituição, com enfoque em proteção de dados e privacidade, além de ser pós-graduado em Direito Empresarial pela FGV/SP.

 

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Guga Stocco

CEO da GR1D, uma plataforma de inovação que permite às empresas se conectarem com diversas APIs. Também é cofundador da empresa de venture capital Domo Invest, embaixador do SRI International e conselheiro das empresas B3, TOTVS, Hapvida e Banco Carrefour. Foi head de Estratégia e Inovação do Banco Original. Como executivo, trabalhou ainda na Microsoft e no Buscapé. Fundou a empresa de search engine marketing TeRespondo, adquirida em 2005 pelo Yahoo.

 

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Ingrid Barth

Diretora da ABFintechs, CEO e founder da Cosmos, empresa de projetos em blockchain. Também é delegada brasileira para blockchain na ISSO e diretora do comitê jovem empreendedor da Fiesp, além de champion para blockchain no ITU ONU. Atua no mercado financeiro há mais de 15 anos em bancos internacionais como Santander e JPMorgan. Trabalhou como head de negócios na Fintech Neon Pagamentos e Foxbit. Estudou economia e engenharia civil, MBA em empreendedorismo e inovação pela FIA-USP. Tem especialização em serviços de tesouraria em Nova York e Chicago (JPMorgan University) e especialização em inovação e design thinking (HiveLab SP).

 

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Marcelo Clara

CIO & COO – Diretor de Tecnologia e Operações do Banco Votorantim. Trabalhou por mais de 16 anos no Safra, onde foi o CIO responsável pelo Banco de Investimento e Varejo. Acumula mais de 30 anos de experiência em tecnologia e mercado financeiro. Formado em processamento de dados pela Universidade Mackenzie, Advogado pela Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo, com MBA pelo INSPER.

 

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Paula Mazanék 

Diretora estatutária da área responsável pela estratégia de negócios e de canais digitais no Banco do Brasil, incluindo novas fronteiras relacionadas à transformação digital, a exemplo do open banking. Há 17 anos no BB, foi Head de Captação e Investimentos de junho de 2017 a setembro de 2018, gerente executiva de Captação, Investimentos e Tarifas de janeiro de 2015 a junho de 2017 e gerente executiva de Empréstimos e Financiamentos de novembro de 2011 a dezembro de 2014. Bacharel em Direito, com MBA em Direito Bancário pela FGV e MBA em Negócios Financeiros pela UnB.

 

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Ricardo Taveira

CEO e fundador da Quanto, primeira plataforma ponta-a-ponta de open banking do Brasil, conectando bancos, fintechs e seus usuários de forma ágil e segura. Após cursar faculdade nos EUA, trabalhou com inovação e venture capital em fundos nos EUA e Brasil. Possui MBA da Universidade de Chicago.

 

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