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Finanças e mudanças climáticas
Os impactos das orientações da Força-Tarefa sobre Divulgações Relacionadas ao Clima (TCFD) na tomada de decisão de instituições financeiras e companhias

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Programação

Os impactos que as mudanças climáticas podem gerar para o setor financeiro — e as empresas, de modo geral — não são nada desprezíveis. No longo prazo, a exposição aos riscos climáticos pode prejudicar a liquidação de empréstimos, reduzir o valor dos ativos, encarecer os custos operacionais e aumentar o risco reputacional. Atento a esse cenário, o Financial Stability Board (FSB) estabeleceu, em 2015, a Força-Tarefa sobre Divulgações Relacionadas ao Clima (TCFD, na sigla em inglês), que elaborou recomendações sobre como o setor financeiro pode explicar questões relacionadas ao clima, para que sejam apresentadas de forma consistente, comparável, eficiente e clara. Já em 2017, o CDP revisou e reformulou seus questionários com base nessas orientações, tornando-se a primeira organização a ter uma estrutura de reporte 100% adaptada ao TCFD.É importante que as empresas sigam essas recomendações, já que precisam consolidar e disponibilizar informações sobre o assunto para acionistas, bancos, agências de classificação de risco e consultorias de voto. Os diretores financeiros das empresas brasileiras estão preparados para aplicar as orientações do TCFD de forma voluntária? Quais desafios as organizações enfrentam na elaboração de um reporte sobre o assunto? Até que ponto é possível prever com razoável segurança a evolução dos riscos climáticos? As empresas estão cientes dos riscos e das oportunidades associadas às mudanças climáticas? Essas e outras questões serão debatidas neste Grupo de Discussão.

 

8h15 às 9h

Café da manhã

9h às 11h

Debate

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Diogo Bardal

É Analista de Investimentos da International Finance Corporation no Brasil, onde desenvolve projetos na área de investimento de impacto e desenvolvimento territorial, além de co-liderar o Fórum de Diálogo de Políticas Públicas e Instrumentos Econômicos da Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura. Trabalhou na implantação da Controladoria Geral do Município de São Paulo, órgão municipal que promove o combate à corrupção e boas práticas de controle e transparência no âmbito governamental. É mestre em Economia pela Universidade de Siena, Itália, graduado em Ciências Econômicas pela FEA-USP e em Administração Pública pela Fundação Getúlio Vargas.

 

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Guilherme Setubal Souza e Silva

É o gerente responsável pelas áreas de RI (Relação com Investidores), Desenvolvimento de Novos Negócios e Planejamento Estratégico na Duratex S.A. Com mais de 19 anos de experiência em Mercado Financeiro nas áreas de Tesouraria e Corporate Banking nos Bancos Modal, HSBC e CCF. É formado em Administração pela PUC-SP com MBA em Finanças pelo Insper.

 

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Lauro Marins

Diretor executivo no CDP, possui mais de 14 anos de experiência profissional em cargos comerciais, ambientais e técnicos em vários setores, incluindo em agronegócio, metalurgia, saúde, construção, serviços de energia, consultoria ambiental e remediação ambiental. Suas áreas de especialização incluem, cadeias de fornecedores, eficiência energética, sustentabilidade corporativa, mobilidade sustentável, gerenciamento de projetos e pesquisas ambientais. É graduado em Tecnologia Ambiental e em Engenharia Ambiental pelo Centro Acadêmico SENAC, possui MBA em Gestão Ambiental Estratégica pela USP – Instituto de Pesquisas Tecnológicas, IPT, especialização em Administração de Empresas pela FEI-Faculdade de Engenharia Industrial e especialização em Sustainable Supply Chain Management pela Universidade de Columbia em Nova York.

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Apresentação 

 

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Sérgio Leitão

Advogado, é fundador e diretor executivo do Instituto Escolhas. Foi diretor de Políticas Públicas e diretor de Campanhas do Greenpeace no Brasil, onde trabalhou por 10 anos (2005/2015). Fundador e diretor executivo (2004/2005) do Instituto Socioambiental (ISA). Viveu em Nova Iorque por dois anos (2002/2003), época em que foi voluntário na Rainforest Foundation US. Foi assessor para temas sociais e ambientais do Ministro da Justiça, José Gregori (2000/2001), durante o governo Fernando Henrique Cardoso. Advogado do Núcleo de Direitos Indígenas (NDI), de 1990 até 1995, e assessor jurídico do Projeto Estudo sobre Terras Indígenas (Peti) do Departamento de Antropologia do Museu Nacional/RJ (1989/1990). Iniciou sua carreira (1986/1989) como assessor para temas sociais da Arquidiocese de Fortaleza, quando trabalhou com o Cardeal Aloisio Lorscheider.

 

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