Nos quatro primeiros meses de 2014, os fundos que seguem as regras da sharia (lei religiosa, política e social do islamismo) aumentaram seu patrimônio em US$ 1,92 bilhão. O movimento pode ser considerado uma vitória, já que em 2013 eles perderam US$ 10 bilhões em desvalorização de ativos e resgates, praticamente 10% do total. Conforme dados da consultoria Eurekahedge, no fim de abril havia 829 fundos do tipo, responsáveis por gerenciar, ao todo, US$ 88,6 bilhões.
Os fundos islâmicos não podem investir em setores que vão contra os princípios da religião, como empresas de bebidas alcoólicas, de carne suína, de pornografia e de apostas. O motivo do desempenho ruim desses fundos em 2013 foi o mesmo que afligiu os mercados emergentes: o anúncio de que os Estados Unidos reduziriam o seu programa monetário responsável por inundar o mercado de dólares.
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