O CUSTO DO RETROCESSO AMBIENTAL

Como investidores e empresas podem contribuir para a solução desse problema

19 de Setembro - 8h15 às 11h00

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O que esperar

Desde a reforma do Código Florestal em 2012, o Brasil tem passado por um retrocesso ambiental. O processo se intensificou durante o governo de Michel Temer, com a proposição de medidas como a diminuição das exigências para licenciamento ambiental. Sob a presidência de Jair Bolsonaro, o quadro não se ameniza: de acordo com o Observatório do Clima, foi registrada uma queda de 58% nas operações de fiscalização do Ibama de janeiro até abril deste ano, em comparação com o mesmo período de 2018. Um estudo publicado por professores da UFRJ, da UnB e da UFMG aponta que, no pior dos cenários, o aumento do desmatamento poderia custar 5 trilhões de dólares ao Brasil até 2050. Essa situação prejudicaria o País também nas suas parcerias comerciais: o tratado firmado recentemente entre o Mercosul e a União Europeia obriga o cumprimento do Acordo de Paris pelas nações integrantes dos dois blocos, além de esforços relacionados à conservação do meio ambiente. Quais riscos e oportunidades o retrocesso ambiental gera para as empresas, em especial para as que atuam na indústria e no agronegócio? O quanto esse cenário pode afastar investimentos no Brasil? Qual a visão dos investidores sobre o assunto? Eles podem ajudar na solução desse problema? Essas e outras questões serão debatidas nesse Grupo de Discussão. Participe!

Convidados

Lauro Marins

CDP

Diretor executivo do CDP Latin America, possui mais de 14 anos de experiência profissional em cargos comerciais, ambientais e técnicos em vários setores, incluindo em agronegócio, metalurgia, saúde, construção, serviços de energia, consultoria ambiental e remediação ambiental. Suas áreas de especialização incluem, cadeias de fornecedores, eficiência energética, sustentabilidade corporativa, mobilidade sustentável, gerenciamento de projetos e pesquisas ambientais. Graduado em Tecnologia Ambiental e em Engenharia Ambiental pelo Centro Acadêmico SENAC, possui MBA em Gestão Ambiental Estratégica pela USP – Instituto de Pesquisas Tecnológicas, IPT, especialização em Administração de Empresas pela FEI-Faculdade de Engenharia Industrial e especialização em Sustainable Supply Chain Management pela Universidade de Columbia em Nova York.

LEONARDO AVELAR

Cascione Pulino Boulos Advogados

Sócio da área penal do escritório Cascione Pulino Boulos Advogados, tem sólida experiência em Direito Penal adquirida como Sócio do Moraes Pitombo Advogados durante 18 anos – desde a constituição do escritório – defendendo os interesses de clientes nacionais e estrangeiros.

Luana Maia

Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura

Coordenadora executiva da Coalizão Brasil desde seu início. É internacionalista, mestre em ciências da sustentabilidade pela USP e amante da psicologia e governança multistakeholder. Já atuou em temas relacionados à sustentabilidade, como cidades sustentáveis, biocombustíveis e direitos humanos quando trabalhou no Pacto Global das Nações Unidas. Também é consultora da área de governança da Fundação Renova, fundação criada para reparar a tragédia ambiental de Mariana. Já trabalhou na Amcham, Instituto Ethos, UNICA e Nações Unidas. Foi bolsista do programa do departamento de agricultura do governo americano em 2016 e do Banco Interamericano de Desenvolvimento em 2009.

Mariana Modesto

BRF

Gerente Executiva de Sustentabilidade e Bem-Estar da BRF. Iniciou sua carreira como Consultora em Agronegócio pela PRODAP (2011), gerente de Gestão e Projetos de Qualidade BRF (2016). Médica Veterinária (2010) e Mestre em Ciência Animal com área de concentração em Tecnologia e Inspeção de Produtos de Origem Animal (2015) pela Universidade de Federal de Minas Gerais. Atualmente cursando Doutorado em Bem-estar animal pela Engenharia de Sistemas Agrícolas da Esalq/USP e MBA em Gestão da Qualidade em Abate de Aves e Suínos com ênfase em legislação do MAPA e países importadores, pelo Instituto Didatus.

Sonia Favaretto

Pacto Global

Presidente do conselho da Rede Brasil do Pacto Global, também é jornalista, radialista e pós-graduada em Comunicação Empresarial, Sonia é Diretora de Imprensa e Sustentabilidade da BM&FBOVESPA, Superintendente do Instituto BM&FBOVESPA e Presidente do Conselho Deliberativo do ISE – Índice de Sustentabilidade Empresarial. Membro dos Conselhos Consultivos da GRI Brasil (Global Reporting Initiative), CDP e do Programa Empresas pelo Clima, da FGV. Integra a Rede de Mulheres Brasileiras Líderes pela Sustentabilidade. Foi Diretora de RH e Comunicação Interna do BankBoston, Superintendente da Fundação BankBoston, Superintendente de Sustentabilidade e Comunicação Institucional do Banco Itaú e Diretora de Responsabilidade Social e Sustentabilidade da Febraban – Federação Brasileira de Bancos.

Local

Restaurante Praça São Lourenço

Rua Casa do Ator, 608

Itaim Bibi, São Paulo – SP

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