FUNDOS DE CORPORATE VENTURE COMO VEÍCULOS PARA INOVAÇÃO ABERTA

As vantagens e os riscos dos fundos voltados ao corporate venture

Cada vez mais, as empresas reconhecem que, para sobreviver, precisarão investir em modelos novos e disruptivos de negócio. Nesse cenário, a aproximação com as startups se torna crucial — apoiá-las é uma forma de trazer inovação de fora para dentro de casa e fugir das restrições e burocracia que muitas vezes limitam as áreas de pesquisa e desenvolvimento (P&D). Esse apoio pode se dar de várias formas — e nem sempre ele envolve aporte de recursos. Parte das empresas fomenta o ecossistema de startups por meio de hackathons (maratonas de programação) ou da criação de hubs de inovação. Quando vale a pena uma companhia montar um fundo de investimento voltado ao corporate venture? Quais as vantagens e os riscos desse modelo? Companhias que trilharam esse caminho estão satisfeitas com os retornos obtidos? Quais desafios os gestores de recursos encontram na seleção de ativos para esses fundos? Essas e outras questões foram debatidas no Grupo de Discussão do dia 11 de junho de 2019.

PATROCINADOR

PARTICIPANTES

"Há muito capital no Brasil para investir em startups. Contudo, faltam projetos bons. É necessário que haja um processo de educação dos empreendedores. Os catalisadores são fundamentais para isso"
"Os incentivos precisam estar devidamente alinhados. É difícil tangibilizar a cultura, mas ela passa pelo incentivo da direção. A maior ilusão de uma corporação é achar que vai ter resultado a curto prazo"
"Não faz sentido que empresas bilionárias se recusem a investir e fomentar inovação e ecossistema. É essencial criar essa cultura nas empresas brasileiras. Os fundos podem ser uma excelente opção para isso"
"Nós, enquanto empresa, temos que ser a melhor opção para dar chancela técnica às startups. É uma relação de troca. Um alinhamento entre conhecimento técnico e inovação"
"O empreendedor precisa se perguntar por que quer receber o capital de uma corporação. Existem diversas outras formas de investimento. É uma escolha que deve fazer sentido para a startup, não apenas para a companhia que investe"
"A agilidade das startups é um mito. As companhias precisam saber o quanto estão dispostas a se comprometer com esses investimentos. Resultados positivos vêm com o tempo"

VEJA COMO FOI

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Confira a reportagem sobre o Grupo de Discussão (em breve!)

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