Incorporação de ações

Estrutura envolvendo ações resgatáveis acende sinal amarelo no mercado

Grupos de Discussão/M&A e Private Equity/Encontros
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Reorganizações societárias não raro provocam alguma polêmica. Se elas envolverem incorporação de ações, as chances de isso acontecer são ainda maiores, principalmente quando arranjos poucos habituais são propostos. É o que está ocorrendo agora na fusão de Suzano e Fibria e na incorporação da Smiles pela Gol. Embora cada uma dessas operações tenha suas particularidades, ambas preveem, em determinado momento, que os minoritários troquem uma parcela de sua participação por ações resgatáveis — papéis que, por definição prévia, serão recomprados e pagos com dinheiro. Os críticos argumentam que esse arranjo pode ser considerado abusivo — ele feriria o propósito da incorporação e criaria uma venda obrigatória nos casos em que a empresa que propõe a transação tem controlador. Qual a visão dos advogados sobre a legalidade desse tipo de operação? Quais riscos ela gera para o investidor? Seria prudente a CVM impor limites a essas transações? Essas e outras questões foram debatidas neste Grupo de Discussão.

Ficou curioso? Ouça a íntegra do evento no clube de conhecimento!

Confira o vídeo com os destaques do encontro.

Baixe o PDF com os melhores momentos do Grupo de Discussão. 

Clique aqui e confira a reportagem Incorporação envolvendo ações resgatáveis gera controvérsia, gerada a partir do Grupo de Discussão.

 

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Tags:  CVM Fibria Gol Suzano M&A incorporação de ações Smiles ações resgatáveis Encontrou algum erro? Envie um e-mail



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