Primeiro ano do Informe CBGC

Um balanço dos aprendizados e desafios enfrentados pelas empresas na estreia do documento

Neste ano, pela primeira vez, todas as companhias emissoras de ações registradas na categoria A da CVM tiveram que preencher o Informe sobre o Código Brasileiro de Governança Corporativa (CBGC). O documento, composto por 54 práticas recomendadas, segue o modelo do “pratique ou explique”. Ou seja, caso a companhia não adote determinada prática, é necessário que justifique o motivo. No primeiro ano de adoção, 108 empresas entregaram o informe. Em suas explicações, precisaram se debruçar sobre assuntos delicados, como acordo de acionistas, transações com partes relacionadas e gestão de riscos. Qual o balanço dessa primeira experiência? As justificativas dadas pelas empresas atenderam às expectativas de investidores e regulador? Quais foram as principais dificuldades enfrentadas pelas empresas no preenchimento do informe? O que pode ser melhorado para o próximo ano? Essa e outras questões foram debatidas no Grupo de Discussão do dia 22 de maio de 2019.

PATROCINADOR

PARTICIPANTES

"O Informe eleva os parâmetros para avaliar as empresas. Isso obriga que elas melhorem suas práticas de governança. Vai ser uma mudança gradual, mas a ferramenta tem se mostrado efetiva"
"O Informe é essencial principalmente para fazer as empresas refletirem sobre suas práticas. Ele precisa vir acompanhado de uma mudança cultural. A resposta é menos importante do que a justificativa"
"Em algum momento, o mercado vai cobrar e questionar. A necessidade do preenchimento do formulário traz a preocupação com esses pontos para dentro da administração das empresas"
"É preciso trabalhar na comunicação. As empresas ainda têm muita dificuldade de redigir documentos com uma linguagem focada no mercado e nos investidores. Muitas vezes elas se preocupam em escrever apenas para si mesmas"
"O Informe também protege as companhias do que vem pela frente. É muito mais do que transparência. Espera-se que esteja havendo uma conversa interna sobre o que se pratica de governança"
"Existe uma lógica de narrativa. É necessário ter consistência no que se coloca no formulário. As respostas de uma companhia estão muito mais ligadas ao momento que ela vive do que um simples 'sim' ou 'não'"

VEJA COMO FOI

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