OPEN BANKING NO BRASIL

As vantagens e os riscos dessa tecnologia para bancos e fintechs

Já adotado com sucesso na Europa, o open banking começa a ganhar adeptos no Brasil. A tecnologia parte do pressuposto de que os dados bancários — tanto cadastrais como transacionais — são do usuário, e não das instituições financeiras, o que permite que eles sejam acessados por terceiros mediante autorização do cliente. Esse acesso ocorre por meio de APIs, sigla em inglês para as interfaces de programação de aplicativos. Com essas informações em mãos, fintechs podem prover soluções inovadoras para o mercado financeiro e melhorar a experiência digital dos clientes. No Brasil, quem adota a tecnologia se apoia principalmente na Resolução 3.401 do CMN —diferentemente da Europa, o País não conta com uma regulação própria para o open banking. O Banco Central pretendia definir até dezembro de 2018 um modelo de funcionamento do serviço para implementação ainda neste ano, mas a previsão não foi cumprida. O que esperar da regulamentação do open banking no Brasil? Qual a avaliação de bancos e fintechs sobre a tecnologia? Ela é uma ameaça ou oportunidade para as instituições financeiras? Quem se responsabiliza no caso de roubo de dados — o banco ou a fintech?  Essas e outras questões foram debatidas no Grupo de Discussão do dia 26 de março de 2019.

PATROCINADOR

PARTICIPANTES

"As instituições vem conversando desde 2017 com o Banco Central sobre open banking. A expectativa é que a regulação ajude a desenvolver o mercado e não o engesse"
"O que realmente importa é o princípio, não o padrão de API (interface de programação de aplicações) que você vai definir. O princípio por trás do open banking é oferecer uma experiência melhor para o cliente"
"Hoje, o que fazemos é avaliar caso a caso. Uma padronização é necessária para avançarmos na implementação mais ampla do modelo de open banking no Brasil"
"Precisamos pensar em questões econômicas, sociais e educacionais quando falamos de tecnologia. Temos que tomar cuidado para não excluir uma parte da população"
"Temos leis do século XIX com organizações do século XX e tecnologia do século XXI. Empresas que ‘escondem’ os dados de seus clientes abrem caminho para fintechs como o GuiaBolso"
"Estimamos que cerca de 70% da população brasileira é semi bancarizada ou desbancarizada. As fintechs são essenciais por conta disso. Ter um cartão de crédito sem a necessidade de pagar taxas é uma questão de dignidade e inclusão social"

VEJA COMO FOI

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