O AVANÇO DAS HEALTHTECHS

As oportunidades que investidores e grandes empresas enxergam nas startups de saúde

Um relatório da Liga Insight de 2018 revela a existência de pelo menos 263 healthtechs no Brasil. Focadas na área da saúde, essas startups usam inteligência artificial, big data, internet das coisas, entre outras tecnologias, para otimizar o atendimento a pacientes e auxiliar médicos no momento do diagnóstico, por exemplo. As soluções abarcam não apenas a gestão de clínicas e hospitais, mas também inovações no mercado das chamadas hard sciences. O que os fundos de venture capital buscam nessas empresas? Quais áreas da saúde mais interessam ao investidor? Como redes tradicionais do setor têm integrado as tecnologias desenvolvidas pelas healthtechs em seus modelos de negócio? Quais desafios tiram o sono dos empreendedores dessas startups? Essas e outras questões foram debatidas no Grupo de Discussão do dia 14 de março de 2019.

PATROCINADOR

PARTICIPANTES

"Existe dinheiro para investir em healthtechs no Brasil, sim, mas acho que é necessário um ciclo de maturidade. Precisamos ter um tempo e um pouco de paciência"
"Nossa preocupação com o paciente está justamente em fazer a área médica aderir às tecnologias que desenvolvemos"
"Revolucionário é o paciente ter em mãos toda a informação sobre ele mesmo, ter no celular o seu próprio prontuário para apresentar ao médico"
"Existem startups empenhadas em melhorar e prolongar a vida do paciente de novas maneiras. Temos que escolher participar ou não disso"
"Vejo a regulação como uma oportunidade para nós. O movimento das healthtechs pode pressionar os órgãos reguladores, assim como as fintechs fizeram"

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Confira a reportagem sobre o Grupo de Discussão

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